quinta-feira, 23 de abril de 2015

Chembusters são acumuladores de cátions, eles não ionizam, não renovam a atmosfera e nem o ambiente.


  • Ronesier Corrêa Dinarte, eu queria ter feito um vídeo, ou uma publicação, nestes últimos anos explicando isso (deste vídeo) em detalhes, pois desde 2010 eu esperava este tipo de 'insurgência', mas foi exatamente com uma postagem sua que encontrei algo que não sairia apenas da minha cabeça, não seria apenas um argumento meu, e sim alguma explicação mais científica (a mesma que a minha, mas vindo de outras fontes). Existem vários vídeos ainda de 2010 (e antes mesmo) mostrando estes sobrevoos, e por isso eu fiquei atento quando começaram aqui em Araraquara. Chembusters são acumuladores de cátions, eles não ionizam, não renovam a atmosfera e nem o ambiente, eles apenas absorvem (capturam) os íons carregados (cátions) e temporariamente atenuam os rastros, mas no fundo eles absorvem o que tem de ruim. Equivalem a uma obra de arte que reúne materiais básicos da natureza, metais e orgânicos, e que como vários outros objetos alteram os campos magnéticos. Mas o Jetta talvez tenha sido um dos que mais se aprofundou no assunto depois que dei as dicas. Os mesmo que postaram vídeos em 2010, depois apareciam nos relatórios do James DeMeo reclamando de estiagens e de que tudo parecia ter piorado depois de terem colocado os chembusters em suas terras (a maioria eram, são ,fazendeiros e pessoas de áreas mais rurais (onde os Biomas ampliavam os efeitos, ou seja, mesmo os Biomas ajudando a melhorar, não conseguiam, não conseguem, atenuar quando se acumulam os íons positivos). Estas 'peças' são similares a um final de guerra, onde paredes e prédios são destruídos, desmantelados, e o campo magnético fica mais solto, gira melhor, entretanto em seguida sempre há uma reconstrução, e assim ocorre com os chembusters, eles absorvem, e em seguida acumulam, como se fosse a parede da nossa casa, ou um móvel, ou um objeto comum da casa que possua uma combinação de elementos metálicos e orgânicos, isto ocorre o tempo todo na sociedade moderna. O incrível seria comparar que nos EUA, Europa, Ásia e Oceania não mostraram em décadas de chembusters - que por lá são milhares e de grande porte - melhoras ou mudanças positivas em seus climas, ao contrário, cada vez mais eventos extremos. Aqui no Brasil ocorreu o que eu comentava, se saírem espalhando chembusters, corre-se o risco de repetir o que aconteceu em vários lugares dos EUA e Austrália, estiagens mais sérias. Aqui só tentei adiantar, mas isto merece, requer, mais atenção.
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Explicando o porque dos urubus.

https://www.youtube.com/watch?v=ZArpBisOLMQ&feature=youtu.be
  • Ronesier Corrêa SHOW!! Explicando o porque dos urubus. O 'manto químico ' da geoengenharia propositalmente veda a luz do sol, evita que ela alcance a Terra. Nas Estações X ocorre um rompimento neste manto, e isso acaba por permitir que o sol e o seu calor incidam no solo, o que faz com que o ar quente suba em espirais, e isso ajuda os urubus a se manterem mais tempo e com mais altitude no céu. Estes espirais que sobem não são apenas 'ar quente' como um climatologista argumentaria (sobre os urubus), pois o 'vento' também é reconhecido como energia (eólica), ou seja, a Energia do Bioma se reequilibra e por isso não só urubus, mas vários pássaros e animais sentem-se atraídos pela região, é tudo pelo campo magnético, da mesma forma que o ar quente está subindo pela parte central, pelas laterais o ar frio de lá de cima está descendo, e ambos, em contínuio movimento, trazem mais harmonia à natureza

sexta-feira, 27 de março de 2015

Poluição Eletromagnética.



https://www.youtube.com/watch?v=Ke9iFU7xdQw

 Ronesier: Este vídeo que o Jetta postou, dá um exemplo do que falamos sobre a 'bolha' que se forma ao redor do Dispositivo, e das bolhas que são emitidas da frente e da traseira dele (como um quasar, uma super nova - que é o nascimento de uma nova estrela). A gente observa nesta experiência de física que a primeira bolha ainda é influenciada pelo eletromagnetismo do balão de ar, mas quando a segunda bolha se forma acima dela, sobre ela, a anterior não é afetada, por isso é importante não desligarmos o Dispositivo, pois a bolha (as bolhas) começam a se retrair, encolher, e as que são emitidas param. Um detalhe interessante, que há bastante tempo não falamos sobre, é que as bolhas emitidas, quando são geradas em Biomas, como na Lúcia Frigo, na Sheila Machado. agora naZulmira Bertucci. levam uma carga neutra que eu chamava de 'aroma' daquela região, pois são lugares menos afetados pelas ondas eletromgnéticas e das químicas. É como se enviassem para bem longe um pouco daquele clima do campo, das matas, por isso eu falava 'aroma' (que não tem nada de cheiro, é apenas uma referência a informação atômica daquela região, não é o perfume, e sim a performance natural do lugar).

Lembrando que o balão está fazendo neste vídeo o papel da geoengenharia do crime (do clima).

sábado, 21 de março de 2015

Alinhamento Misterioso.

Todos os grandes mistérios encontrados em cima de nosso planeta estão alinhados de tal maneira que é impressionante... as chances de isso ser coincidência é uma em 200.000... se for assistir este vídeo deixe a mente aberta, pode ate bater uns ventim mas vale a pena,rs. sinta a energia da realidade...
Lugares como Ilha de Pascoa, Nazca(Peru), Macchu Picchu, Egito, alinhados de forma surpreendente e misteriosa. Uma coincidencia dessa ordem seria algo extremamente difícil. O que poderia explicar tal alinhamento entre povos que nunca se comunicaram?
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Alinhamento Misterioso / alineación misteriosa / Mysterious alignment
Lugares como Ilha de Pascoa, Nazca(Peru), Macchu Picchu, Egito, alinhados de forma surpreendente e misteriosa. Uma coincidencia dessa ordem seria algo extremamente difícil. O que poderia explicar tal alinhamento entre povos que nunca se comunicaram?
Algo em nosso passado permanece ainda obscuro. Algo em comum une todos esses povos antigos, ocultado pelo tempo ou por alguns poucos de nós, possuidores desse conhecimento. Uma verdade que qualquer pessoa pode constatar. A tecnologia está nos revelando segredos de nossos antepassados inacessiveis até pouco tempo e que nos remetem a angustiantes perguntas ainda sem respostas
Ronesier:  Para mim são os fluxos do Campo Magnético da Terra, seria o equivalente aos elétrons percorrendo (orbitando) em volta do núcleo atômico, e o cruzamento do 'spin' deles (como se fossem rastros energéticos). Por isso a gente diz: Desmistificar a Ciência e Decodificar o Misticismo. Observem que o posicionamento básico (para quem tem dois Dispositivos) sempre foi nas mesmas direções destas linhas, e era isso que os antigos faziam, tentavam recuperar o Campo Magnético nestes cruzamentos (no vídeo só vemos duas linhas, mas a Terra é recoberta delas). E porque 'recuperar'? Porque antes a humanidade era tribal, éramos todos nômades, ficávamos pouco tempo em um mesmo lugar, para não alterar aquela região, para que pudéssemos voltar lá novamente em outra oportunidade, e ainda tivessem peixes para pescar, árvores para nos abrigar, frutas para nos alimentar, água limpa para bebermos, etc. Mas com o tempo nos tornamos fixos, montamos aldeias, cidades e metrópoles. Trocamos a caça pela compra, as frutas por alimentos prontos, e construímos primeiro com barro, depois com pedras, depois com cimento, e cada vez mais o Campo Magnético das nossas regiões foi se perdendo, e a geoengenharia sabe disso. Se formos (humanos) dizimados em dias, logo em seguida, em semanas, a natureza já começa a responder positivamente, a simples demolição de uma cidade (seja por demolição ou por uma guerra) faz com que os entulhos já movimentem melhor o Campo Magnético (por isso a lenda dos orgonites funcionarem, eles são na verdade uma pequena reunião de entulhos, mas presos a resina não são nada, Reich nunca recomendou isso que as pessoas fazem). As mesmas linhas que vemos no vídeo, mostrando alguns lugares na Terra, em 2014 a NASA enviou uma 'tropa' de satélites para 'caçarem' os Pontos X no espaço, sobre a Terra, e tentarem descobrir o que os provoca. E é isso que os provoca, o cruzamento dos 'spins', e é o que forma o que chamamos de matéria, primeiro em forma destes Pontos X, depois viram Bósons, até fótons, depois luz até densificar o suficiente para a "matéria". São estas linhas do vídeo que fazem a Terra parecer sólida.

sexta-feira, 20 de março de 2015

GEOS-5: Os aerossóis podem estar mudando os padrões climáticos

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GEOS-5: Os aerossóis podem estar mudando os padrões climáticos
Estudos têm mostrado a importância dos aerossóis, pois afetam diretamente a quantidade de radiação solar refletida de volta ao espaço, devido ao espalhamento causado por eles. Além dos efeitos diretos, os aerossóis afetam na microfísica das nuvens, modificando o regime de precipitação.
Pesquisadores da NASA descobriram, por exemplo, que a emissão de aerossóis fortalecem os ciclones extratropicais e originam intensas tempestades nos Estados Unidos. Em escala global, a assimilação de aerossóis estaria relacionada ao aumento nas temperaturas e à nova composição da atmosfera, que desencadeiam alterações importantes em vários sistemas da Terra.
Assim, os aerossóis estariam afetando o regime de chuvas, produzindo enchentes e secas mais graves e frequentes. Além disso, tenderiam a aumentar a frequência e a intensidade de ciclones tropicais e outros eventos meteorológicos extremos como as ondas de calor e de frio, poderiam provocar a extinção de grande número de espécies e desestruturar ecossistemas em larga escala, bem como gerariam sérios problemas para o suprimento de água e a produção de alimentos, por exemplo - benefícios que dependem da estabilidade do clima e da integridade de sua biodiversidade.
Nota: Um satélite chamado OCO-2 (Orbiting Carbon Observatory-2) é o instrumento da primeira missão da NASA com o objetivo de visualizar o CO2 globalmente. A expectativa é que este satélite e modelos atmosféricos como o GEOS-5 (usado para criar o vídeo de animação postado) trabalharão em conjunto para que haja um melhor intendimento das emissões de CO2. Com boas observações, é possível realizar melhores simulações da atmosfera. Dessa forma, melhores previsões do clima poderão ser elaboradas e os tomadores de decisão terão mais informações e mais ferramentas para mitigar os efeitos das mudanças climáticas. Fonte:http://meteoropole.com.br/
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sexta-feira, 13 de março de 2015

Videos Estação X.

quarta-feira, 11 de março de 2015

A radiação cósmica causa flutuações da temperatura global


A radiação cósmica causa flutuações da temperatura global, mas não causa a mudança climática.
9 de março de 2015 por Christopher Packham
(Phys.org) -Ao contrário da radiação eletromagnética, que consiste de partículas carregadas sem massa e aceleradas, os raios cósmicos galácticos (CR) são compostos principalmente de núcleos atômicos e elétrons solitários, objetos que possuem massa. Os raios cósmicos são originados através de uma ampla gama de processos e fontes, incluindo as supernovas, núcleos galácticos, e explosões de raios gama. Os pesquisadores têm especulado há décadas sobre os possíveis efeitos dos raios cósmicos galácticos nos arredores imediatos da atmosfera da Terra, mas até recentemente, tem sido difícil estabelecer uma relação causal entre o clima e os raios cósmicos.
A pesquisa colaborativa resultou na publicação de um artigo na revista Proceedings, da Academia Nacional de Ciências, que matematicamente estabeleceu uma relação causal entre tais CR e as mudanças de ano para ano na temperatura global, mas não encontrou nenhuma relação causal entre o CR e a tendência de aquecimento global do século 20.
Compreendendo radiação cósmica e clima global:
Em 1911, Charles Thomas Rees Wilson determinou que a radiação ionizante leva a nucleação de nuvens na atmosfera. O aumento da nebulosidade na troposfera superior reduz a radiação de onda longa e resulta em temperaturas mais quentes. O aumento da nebulosidade na troposfera inferior leva a radiação reduzida recebida, diminuindo assim as temperaturas globais.
Mas o fluxo de raios cósmicos que interagem com a atmosfera é afetado pelo vento solar e pelo próprio campo magnético da Terra. O vento solar, particularmente na região entre o choque de terminação do sol e da heliopausa, atua como uma barreira aos raios cósmicos e diminui o fluxo de radiação cósmica de baixa energia. O campo magnético da Terra desvia os raios cósmicos em direção aos pólos, o que produz as auroras observadas em determinadas latitudes. Portanto, os pesquisadores teorizaram que a medida em que os raios cósmicos afetam o clima da Terra depende dessa combinação de fatores.
Indo para os dados:
Para estudar os efeitos da radiação cósmica na temperatura global, os pesquisadores compararam dois conjuntos de dados e desenvolveram um método para examinar a sua conexão causal. Análises estatísticas passadas, enquanto sugeria uma correlação dos efeitos da CR e temperatura de fluxo, não foram capazes de estabelecer, na verdade, o nexo de causalidade. Os autores aplicaram um método analítico chamado de mapeamento convergente cruzado (CCM) , recentemente desenvolvido, que foi especificamente concebido para medir a causalidade em sistemas dinâmicos não-lineares.
Os conjuntos de dados analisados incluíram um proxy CR chamado de índice aa que caracteriza a atividade magnética resultante da interação do vento solar e o campo magnético da Terra. No conjunto, um vento solar mais forte e perturbações magnéticas mais fortes produzem um índice aa maior. Eles compararam com conjuntos de dados Met Office HadCRUT3 do Reino Unido referente a temperatura global no período pós-1900.
O CCM ajuda a distinguir causalidade de correlações espúrias nos sistemas de tempo de sistemas dinâmicos, detectar se duas variáveis pertencem ao mesmo sistema dinâmico. Se a variável X está influenciando variável Y, a causalidade é estabelecida, mas apenas se os estados de X pode ser recuperado a partir da série temporal de Y. "Simplesmente", escrevem os autores, "A medida em que o registro histórico CCM afeta a variável Y (ou seus representantes), gera estimativas confiávelmente dos estados da variável causal X (ou seus representantes).
Resultados cósmicos modestos:
O método pode identificar tanto a CCM causalidade bidireccional (em que X e Y são mutuamente acoplados) e causalidade unidireccional (em que X influencia Y, mas Y não tem influência sobre X). A análise produziu a causalidade unidirecional esperada entre a mudança da temperatura global ( GT ) e da radiação cósmica - a informação sobre a temperatura global não está presente na série histórica de radiação cósmica, mas o mapeamento de mudança da temperatura global com a sucessão da radiação cósmica, indicando que a informação CR era realmente recuperável a partir da análise de flutuações GT.
"Nossos resultados sugerem acoplamento de fraco a moderado entre CR e ano-a-ano nas mudanças de GT", escrevem eles. "No entanto, descobrimos que o efeito percebido é modesto na melhor das hipóteses, e só recuperável quando a tendência secular em GT é removida." Esta "tendência secular" é o aquecimento que se acredita ser causado por excesso de carbono na atmosfera, um efeito que os pesquisadores contabilizaram pela primeira diferencial. "Nós mostramos concretamente que CR não pode explicar o aquecimento secular, uma tendência que o consenso atribui a pressão antropogénica. No entanto, os resultados verificam a presença de um não-tradicional sistema climático forçando, um efeito que representa outra peça interessante do quebra-cabeça em nosso entendimento dos fatores que influenciam a variabilidade do clima ", escrevem eles.
Traduzido por: Emerson Almeida.

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