segunda-feira, 31 de março de 2014

Jean Bricard



Se lhe pedirem explicações científicas de como é possível fazer o que fazemos (e que tanto mostramos), aí está uma das explicações:

Jean Bricard

Segundo uma lei da física, pronunciada por J. Bricard, os micro-poluentes suspensos no ar, ao adquirem uma carga negativa, são eliminados. Bricard também havia se tornado um especialista notável de eletricidade atmosférica, principalmente em energia elétrica em nuvens mais baixas e raios. De 1944 a 1949, ele liderou a observação de propriedades elétricas da atmosfera no Observatory of Chambon la Forêt. Em 1948 ele publicou seu famoso texto sobre o equilíbrio iônico da atmosfera baixa. Foi o verdadeiro início de sua pesquisa frutífera no campo de partículas de aerossóis e fez o seu nome ainda mais conhecido nas ciências atmosféricas.
Estação X Os elétrons percorrem o solo e são atraídos pelos átomos positivamente carregados (com menos elétrons), que geralmente estarão na base das nuvens de tempestade. Estes elétrons na Terra procuram o local mais alto (árvores, prédios, postes, e pessoas e animais) para chegar aos átomos que os estão atraindo magneticamente. Quando este contato é feito gera o que chamamos de raios, e ambas as partes, do solo e da nuvem, formam uma carga, uma corrente elétrica (movimento de elétrons). Portanto, quando nossos animais ficam inquietos, antes mesmo de uma tempestade se aproximar, é porque eles estão mais próximos ao solo, sem calçados e sentindo que "vem carga" pesada pela frente. Observe se ele não procura uma cadeira, ou qualquer outro ponto mais alto para se distanciar do solo. Isso não é medo de trovões, é importante ao ser humano aprender a observar os animais. Com o passar dos séculos perdemos estas habilidades. Passamos a mistificar a ciência e codificar o misticismo. Não precisamos mudar, precisamos apenas ser o que somos. Desmistificando a ciência e decodificando o misticismo.

quinta-feira, 20 de março de 2014

Abandonem as esperanças


Você se sente mais inteligente, mais forte que um elefante?
Da série:
Abandonem as esperanças
todos que entrarem aqui! (parte 02)
Sobre a frase da série:
Esta frase de 'O Inferno de Dante', Nicola Tesla escreveu em uma placa que ficava na entrada do seu laboratório, em 1900. Ele sonhava que, no futuro, houvesse uma Estação dos seus experimentos com os chamados 'Raios da Morte', tão grande que pudesse controlar a energia na baixa atmosfera. E apresentou aos militares dos EUA.
Hoje, 2014, o homem forte da Casa Branca em ciência e tecnologia, considerado pelo presidente Obama o seu braço direito, afirma que o mundo está seguindo um rumo errado no Aquecimento Global, ele propõe a Geoengenharia do Clima em larga escala planetária, e está mostrando à ONU o perigo das Mudanças Climáticas. E nós, latino-americanos, somos agora os seus "elefantes brancos", como ele escreveu em 1977, pessoas do terceiro mundo que consomem os recursos naturais que fariam falta a eles no futuro (hoje).
No final do texto, o link para os vídeos, do teste de Thomas Edson e da proposta de Barack Obama e John P. Holdren, seu braço direito.
Dois cientistas respeitados, do passado e do futuro (presente).
Thomas Edson em 1903, assim como J. P. Holdren desde 1977 até hoje em dia, sabiam que estavam errados, mas mesmo causando muitas mortes, pois seus egos e seus lucros não deveriam ser afetados, levaram à frente seus projetos.
- Seja um elefante e não esqueça nada do que te fizeram -
Em 4 de janeiro de 1903, Edison eletrocutou publicamente um elefante chamado " Topsy " para mostrar " os perigos da AC" (corrente alternada)
Ele queria desacreditar George Westinghouse e Nicola Tesla , que estavam realizando a AC (corrente alternada), enquanto Edison defendia sua ideia de DC (corrente contínua) (que não teve sucesso).
Edison não queria mudar seus sistemas elétricos de potência AC, por duas razões : Primeiro, seria caro e, segundo, porque seria um golpe para o orgulho de Edison. Adicionando insulto à injúria, Edison recusou-se a dar o bônus Tesla tinha prometido a AC para a melhoria do sistema de energia DC. Em resposta a Tesla, dedicou seu tempo para melhorar o seu próprio sistema de AC .
Teste de Thomas Edson com o elefante:
https://www.youtube.com/watch?v=VD0Q5FeF_wU
Proposta de Barack Obama e John P. Holdren
https://www.youtube.com/watch?v=f2f-VflVTG8

segunda-feira, 17 de março de 2014

Efeito Tapurah. Estação X Tapurah.


Para entender, é preciso ler.
Para ignorar, basta ignorar.
Efeito Tapurah
No final do texto, um breve histórico em 4 vídeos:
Ronesier
Em 2010 eu montei as primeiras Cápsulas e mostrava pessoalmente às pessoas os efeitos, dissolvia ao vivo as tempestades, que eram fartas na época. Todos achavam incrível como eu podia fazer aquilo usando apenas um pequeno ventilador, e eu explicava que não era o ventilador e sim as Cápsulas que eu havia adaptado nele. Então, a curiosidade natural se voltava ao material que eu usava para montar as Cápsulas. A esta altura, alguns jovens pensavam que se tratava de um orgonite, mesmo eu explicando que não tinha nada a ver, que era resultado dos meus estudos sobre Frederico de Marco e os Raios Cósmicos.
Eu pensava como faria para que, um dia, no futuro, houvesse vários lugares com Dispositivos iguais aquele que eu havia montado, ligados direto. Uma primeira experiência foi deixar um ventilador com Cápsulas com um casal, para deixarem ligado, e reforçar o que eu já havia começado (criar a bolha magnética – escudo – e ampliar). Alguns dias depois eu percebi que alguém, provavelmente o rapaz do casal, havia tentado tirar as Cápsulas para ver como e com o que eram feitas, o que acabou quebrando o ventilador. Era mais ou menos o que me preocupava para o futuro, que as pessoas se preocupassem mais em ‘cortar caminho’ (descobrir o que supostamente seria o ‘meu segredo’) em vez de acompanhar o trabalho, reforçar, se proteger e aprender aos poucos o que eu já havia estudado bastante.
Uma segunda tentativa de expandir o trabalho foi feita quando fui para o Rio de Janeiro, minha terra natal, e além de amigos e familiares, apresentei o trabalho a uma cientista deixando com ela algumas Cápsulas que adaptei em um ventilador e fiz uma série de demonstrações. A meta era que pudéssemos administrar a operação dos Dispositivos em diferentes Estados (Rio e SP) e pelos satélites observássemos os resultados (2011). Entretanto, quando voltei a Araraquara, a cientista deixou de fazer contato (demonstrava muito medo da Geoengenharia, dos envolvidos e de se comunicar comigo – poderiam estar me vigiando).
Uma terceira tentativa foi feita em 2013. Eu havia saído do jornal histórico onde eu denunciava a Geoengenharia, além de escrever matérias comuns (outras denúncias, como agrotóxicos, etc.). Eu precisava de algum apoio, estava entrando no quarto ano de investimentos próprios e a esta altura a quantidade de animais que minha companheira havia resgatado era grande (uns 40 animais entre cães, gatos e pássaros). O projeto era o mesmo, e eu precisava me dedicar em tempo integral para montarmos um programa de TV por assinatura, mostrar o trabalho e denunciar a Geoengenharia. Entretanto, o pouco que comecei a explicar a quem veio pessoalmente aqui em Araraquara, meses depois eu já estava vendo em vídeo na internet e eu sendo tratado como otário que havia perdido os segredos para alguém mais esperto.
Eu praticamente estava desistindo, centenas de pessoas pedindo (muitos quase exigindo, como se fosse uma obrigação minha) que eu postasse tutorial ensinando como montar cápsulas, mesmo eu explicando que não era tão simples, até se fosse eu já teria feito, e mesmo assim tentamos com um especialista montar Cápsulas e comparar resultados, mas não havia funcionado, teriam que continuar sendo feitas em Araraquara até ampliarmos os estudos. Ao mesmo tempo, eu não poderia passar o dia montando as cápsulas para as pessoas, teria que parar todo o restante do meu trabalho. Eu havia me afastado da TV Globo para me dedicar a este trabalho, e já não estava mais no jornal, precisava de recursos, de dinheiro, mas não queria vender Cápsulas, não é este o meu trabalho, as Cápsulas são consequência dos estudos e pesquisas, e não um ‘produto’. E como sabia que as pessoas não estavam valorizando isto, certa vez escrevi na internet: - ‘Estou sem Cápsulas e sem tempo para confeccionar. Quando eu montar algumas, comunicarei e, quem se interessar em colaborar, acompanhar o trabalho e ter as suas próprias experiências com um Dispositivo, eu passarei a minha conta e, depositando uma colaboração, eu enviarei Cápsulas e farei um vídeo mostrando como adaptá-las no ventilador’.
No fundo, eu não queria enviar nada e nem estava disposto a fazer mais Cápsulas, decepcionado com as experiências anteriores. Mas esta resposta ao menos acalmaria quem insistia em me pedir, bastava falar em ‘colaborar’ e as pessoas se afastariam pensando: - ele quer ganhar o meu dinheiro com isso - e era exatamente o tipo de pessoas que pensam assim que eu queria que se afastassem mesmo – isto me aliviaria de imaginar estas pessoas destruindo o que me dava (dá) tanto trabalho (montar a Cápsula) para tentar descobrir o que teria dentro. Eu sabia que não descobririam nada, mas que também não fariam o trabalho evoluir, ao contrário, teria sido em vão, tirariam a eficácia das Cápsulas.
Então, num certo dia, eu recebi um e-mail do Nelson Busatta, de Tapurah, Mato Grosso, dizendo que havia depositado 200 reais na minha poupança para colaborar no trabalho, mesmo sabendo que eu não poderia enviar as Cápsulas, pois havia avisado. Naquele momento me senti na responsabilidade de retribuir o mais rápido possível, tanto que desativei um dos meus Dispositivos, para enviar a ele as minhas próprias Cápsulas. Mas esta era apenas uma das preocupações, outra era sobre a posição geográfica do Nelson. Tapurah ficaria exatamente onde começam as ‘montagens’ da Geoengenharia, onde as nuvens gigantes eram carregadas e encaminhadas para o sul e sudeste do Brasil (quando ocorriam as enchentes e deslizamentos), então eu me preocupava, se ele não usasse com bastante atenção às minhas dicas, ou se em vez de montar os Dispositivos tentasse abrir as Cápsulas, tirando a sua eficácia, a propaganda negativa dele seria muito perigosa na internet. Saber que funcionariam as Cápsulas e os Dispositivos, eu sabia, mas não poderia saber, ter certeza, do que o ser humano faria, e o pior, o que falaria aos outros depois. Eu precisava confiar no caráter, e ele havia demonstrado ter.
O trabalho precisava prosseguir, eu poderia depositar de volta a ele o dinheiro (que eu considerava muito pouco para o risco que o trabalho todo corria), ou enviar e ver o que aconteceria com esta nova experiência. Pois se ele seguisse as dicas funcionaria, como eu dizia a ele: - Nelson, com certeza no verão de 2014 poderemos já estar mostrando ao mundo o que podemos fazer, evitando enchentes catastróficas este ano em São Paulo Capital (alvo principal da Geoengenharia – onde rende notícias para o Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas na ONU); e fazendo a chuva voltar ao sertão nordestino.
Enfim, quando vimos os primeiros resultados, tanto eu quanto o Nelson Busatta ficamos perplexos, estava acima do esperado, e assim o ‘Efeito Tapurah’ levava o trabalho mais uns 10 passos à frente, pois a tese da interação dos Dispositivos com os Biomas havia se comprovado, a posição geográfica da cidade, entre dois Biomas (selva amazônica e Pantanal do Mato Grosso) potencializava a ação das Cápsulas, o que vem ajudando o sul e sudeste do Brasil a reequilibrar o clima original, anterior a urbanização, e eliminar bastante da Geoengenharia.
Não somos um grupo fechado e nem uma sociedade secreta, somos apenas cidadãos comuns, de diversas áreas e profissões distintas, pesquisando e estudando juntos uma forma definitiva de acabar com o projeto da Geoengenharia, antes que ele acabe com mais vidas e mais patrimônios. Não temos hierarquias e nem regras, no grupo de Operadores no Facebook se misturam pessoas que possuem Cápsulas (Dispositivos originais), com pessoas que ainda estão querendo entender melhor, e até pessoas que usam ‘aparelhos’ que foram inventados nos EUA e se espalharam pelo planeta nas últimas décadas. Não repreendemos ninguém, apenas lembramos que no mundo todo a Geoengenharia se instalou, mas aqui no Brasil, foi o primeiro país onde até a ONU errou as previsões catastróficas, enquanto nós anunciamos antecipadamente que choveria no sertão nordestino (tido como impossível para este ano – 2014) e houve seca no sudeste contrariando todas as previsões oficiais de chuvas torrenciais.
Portanto, é simples assim, eu compartilho o que estudamos, e quem quiser colaborar e participar mais ativamente, eu envio as Cápsulas. É o ‘Efeito Tapurah’.
Breve histórico em vídeos:
2010 – Teste com ventilador pequeno em Araraquara – SP
https://www.youtube.com/watch?v=ey9NFKj-p44&noredirect=1
06 de junho 2013 - Envio das Cápsulas para Tapurah
https://www.youtube.com/watch?v=QcLXpR7O0G8
31 de maio – antes da Estação X Tapurah - MT
https://www.youtube.com/watch?v=9VE36w6qtIs
22 de junho – 10 dias de Dispositivo funcionando em Tapurah
https://www.youtube.com/watch?v=lWvrKQw6xFY
Teste de aplicação da Energia UM com o dispositivo instalado em um pequeno ventilador. Mais informações pelo e-mail: roniprodutor@hotmail.com
YOUTUBE.COM

sábado, 15 de março de 2014

Bolha Magnética - Escudo - 'Não é Milagre, é Ciência'

Estação X - Caxias do Sul - 13 - 03 - 14
Bolha Magnética - Escudo - 'Não é Milagre, é Ciência'
Intenso arco-íris duplo se formou em Caxias do Sul (RS),
no fim da tarde de 13 de março de 2014. Foto de Claudio.
(a foto não reporta a Bolha Magnética, é ilustrativa e similar)
O que é uma Estação X e como funciona?
A Estação X, como grupo de pesquisas e estudos, é uma continuação do que o 'sobre' no Facebook já explica. Mas, no caso, quando citamos que há uma Estação X em determinado Município, significa que ali alguém do grupo decidiu participar mais ativamente, experimentando por si próprio o que o grupo de pesquisas desenvolveu, antes mesmo da exposição do trabalho em redes sociais (Facebook). As Cápsulas e o Dispositivo Quasar.
Numa primeira etapa, nos prevenimos procurando, antes de nos tornarmos públicos, as autoridades, a ciência acadêmica, a polícia científica, a inteligência do exército, além do trabalho estar registrado no EDA (Escritório de Direitos Autorais) desde 2005, protegendo documentalmente a todos que participam. (isto tudo será explicado em detalhes no site da Organização - fundada em 1999 e publicada no DOU (Diário Oficial da União com CNPJ).
O que chamamos desde 2010 de 'Guerra Particular' tem um duplo sentido. Um deles é que cada UM, cada pessoa, deverá no futuro saber observar melhor a atmosfera e entender como o 'Sistema' usa a tecnologia para manipular o clima e até mesmo as pessoas, com ondas eletromagnéticas (Geoengenharia do Crime).
O outro sentido, é que as nações estão guerreando entre si na atmosfera, lançando partículas em rastros de aeronaves, desde 1940, quando o médico e cientista brasileiro Dr. Frederico de Marco inventou oficialmente a 'Chuva Artificial' (Geoengenharia do Clima) e em seguida provou que conseguia transmitir energia elétrica na baixa atmosfera, como sonhava Nikola Tesla em 1900, sem usar fios, acendendo uma imensa Igreja Matriz e o aeroporto da cidade - Araraquara - SP, a 6 Km de distância (o que lhe rendeu a indicação ao Nobel de Física em 1960).
Porém, o jornalista J. E. Ferraz escreveu o livro O Manda Chuva (não publicado, mas o original está com o coordenador da Estação X) denunciando que esta, e outras patentes de invenções do médico, foram roubadas na época (1945) pelos países desenvolvidos para o uso como arma bélica de guerra (chuvas artificiais e "Raios da Morte" - campos eletromagnéticos sobrecarregados).
Em 2010, durante as pesquisas da Estação X sobre Frederico de Marco, para um documentário, foi observado que alguns trabalhos dele não haviam sido desenvolvidos por falta de recursos (o médico tinha muito pouco apoio no Brasil). Assim, seus estudos sobre Raios Cósmicos foram retomados e, com a ajuda da internet para se visitar outros trabalhos em Universidades do mundo todo - pois no passado se exigia que o pesquisador viajasse para estes países e passasse dias ou semanas em bibliotecas - conseguimos realizar alguns sonhos do cientista. Como a construção da Bolha Magnética (Escudo Magnético), que nada mais é que uma recuperação do campo magnético original do local antes da urbanização, quando ainda era um Bioma natural, e isso faz com que se promova nesta 'bolha' um Decaimento Atômico (os cátions - átomos carregados - perdem elétrons, partículas, e se ionizam, se transformam em ânions - átomos descarregados). Assim, a química e os sulfatos na atmosfera se dissolvem.
Como isto acontece?
O que chamamos de UM (Unidade Matriz) é como se fosse o DNA do Universo UM (Universo Molecular), ou seja, é onde nascem os fluxos magnéticos que, em sua interação (cruzamento - atração e repulsão) geram as primeiras partículas - é um sistema natural que promove a renovação de tudo, dos átomos antrópicos (resultado de atividade humana), até s moléculas, células, órgãos, etc.
Então, de 2010 para cá, além das centenas de trabalhos similares serem descobertos, e parecerem ainda mais atrasados que os do médico em 1950, percebemos que as tecnologias mais avançadas do mundo estão sendo ainda relacionadas aos estudos deste grande cientista brasileiro; como o CERN - Acelerador de Partículas; GLAST - Projeto da NASA com Raios Cósmicos, etc.
Como os raios do Sol banham a Terra criando o 'dia', e mesmo assim esta imensa energia ainda é bem pouco aproveitada, os Raios Cósmicos banham a Terra 24 horas por dia e estão sendo ainda menos aproveitados, fora da Estação X, porque para nós, o futuro está escrito nas estrelas: 'Não é Milagre, é Ciência'.