Para entender, é preciso ler.
Para ignorar, basta ignorar.
Para ignorar, basta ignorar.
Efeito Tapurah
No final do texto, um breve histórico em 4 vídeos:
Ronesier
Em 2010 eu montei as primeiras Cápsulas e mostrava pessoalmente às pessoas os efeitos, dissolvia ao vivo as tempestades, que eram fartas na época. Todos achavam incrível como eu podia fazer aquilo usando apenas um pequeno ventilador, e eu explicava que não era o ventilador e sim as Cápsulas que eu havia adaptado nele. Então, a curiosidade natural se voltava ao material que eu usava para montar as Cápsulas. A esta altura, alguns jovens pensavam que se tratava de um orgonite, mesmo eu explicando que não tinha nada a ver, que era resultado dos meus estudos sobre Frederico de Marco e os Raios Cósmicos.
Em 2010 eu montei as primeiras Cápsulas e mostrava pessoalmente às pessoas os efeitos, dissolvia ao vivo as tempestades, que eram fartas na época. Todos achavam incrível como eu podia fazer aquilo usando apenas um pequeno ventilador, e eu explicava que não era o ventilador e sim as Cápsulas que eu havia adaptado nele. Então, a curiosidade natural se voltava ao material que eu usava para montar as Cápsulas. A esta altura, alguns jovens pensavam que se tratava de um orgonite, mesmo eu explicando que não tinha nada a ver, que era resultado dos meus estudos sobre Frederico de Marco e os Raios Cósmicos.
Eu pensava como faria para que, um dia, no futuro, houvesse vários lugares com Dispositivos iguais aquele que eu havia montado, ligados direto. Uma primeira experiência foi deixar um ventilador com Cápsulas com um casal, para deixarem ligado, e reforçar o que eu já havia começado (criar a bolha magnética – escudo – e ampliar). Alguns dias depois eu percebi que alguém, provavelmente o rapaz do casal, havia tentado tirar as Cápsulas para ver como e com o que eram feitas, o que acabou quebrando o ventilador. Era mais ou menos o que me preocupava para o futuro, que as pessoas se preocupassem mais em ‘cortar caminho’ (descobrir o que supostamente seria o ‘meu segredo’) em vez de acompanhar o trabalho, reforçar, se proteger e aprender aos poucos o que eu já havia estudado bastante.
Uma segunda tentativa de expandir o trabalho foi feita quando fui para o Rio de Janeiro, minha terra natal, e além de amigos e familiares, apresentei o trabalho a uma cientista deixando com ela algumas Cápsulas que adaptei em um ventilador e fiz uma série de demonstrações. A meta era que pudéssemos administrar a operação dos Dispositivos em diferentes Estados (Rio e SP) e pelos satélites observássemos os resultados (2011). Entretanto, quando voltei a Araraquara, a cientista deixou de fazer contato (demonstrava muito medo da Geoengenharia, dos envolvidos e de se comunicar comigo – poderiam estar me vigiando).
Uma terceira tentativa foi feita em 2013. Eu havia saído do jornal histórico onde eu denunciava a Geoengenharia, além de escrever matérias comuns (outras denúncias, como agrotóxicos, etc.). Eu precisava de algum apoio, estava entrando no quarto ano de investimentos próprios e a esta altura a quantidade de animais que minha companheira havia resgatado era grande (uns 40 animais entre cães, gatos e pássaros). O projeto era o mesmo, e eu precisava me dedicar em tempo integral para montarmos um programa de TV por assinatura, mostrar o trabalho e denunciar a Geoengenharia. Entretanto, o pouco que comecei a explicar a quem veio pessoalmente aqui em Araraquara, meses depois eu já estava vendo em vídeo na internet e eu sendo tratado como otário que havia perdido os segredos para alguém mais esperto.
Eu praticamente estava desistindo, centenas de pessoas pedindo (muitos quase exigindo, como se fosse uma obrigação minha) que eu postasse tutorial ensinando como montar cápsulas, mesmo eu explicando que não era tão simples, até se fosse eu já teria feito, e mesmo assim tentamos com um especialista montar Cápsulas e comparar resultados, mas não havia funcionado, teriam que continuar sendo feitas em Araraquara até ampliarmos os estudos. Ao mesmo tempo, eu não poderia passar o dia montando as cápsulas para as pessoas, teria que parar todo o restante do meu trabalho. Eu havia me afastado da TV Globo para me dedicar a este trabalho, e já não estava mais no jornal, precisava de recursos, de dinheiro, mas não queria vender Cápsulas, não é este o meu trabalho, as Cápsulas são consequência dos estudos e pesquisas, e não um ‘produto’. E como sabia que as pessoas não estavam valorizando isto, certa vez escrevi na internet: - ‘Estou sem Cápsulas e sem tempo para confeccionar. Quando eu montar algumas, comunicarei e, quem se interessar em colaborar, acompanhar o trabalho e ter as suas próprias experiências com um Dispositivo, eu passarei a minha conta e, depositando uma colaboração, eu enviarei Cápsulas e farei um vídeo mostrando como adaptá-las no ventilador’.
No fundo, eu não queria enviar nada e nem estava disposto a fazer mais Cápsulas, decepcionado com as experiências anteriores. Mas esta resposta ao menos acalmaria quem insistia em me pedir, bastava falar em ‘colaborar’ e as pessoas se afastariam pensando: - ele quer ganhar o meu dinheiro com isso - e era exatamente o tipo de pessoas que pensam assim que eu queria que se afastassem mesmo – isto me aliviaria de imaginar estas pessoas destruindo o que me dava (dá) tanto trabalho (montar a Cápsula) para tentar descobrir o que teria dentro. Eu sabia que não descobririam nada, mas que também não fariam o trabalho evoluir, ao contrário, teria sido em vão, tirariam a eficácia das Cápsulas.
Então, num certo dia, eu recebi um e-mail do Nelson Busatta, de Tapurah, Mato Grosso, dizendo que havia depositado 200 reais na minha poupança para colaborar no trabalho, mesmo sabendo que eu não poderia enviar as Cápsulas, pois havia avisado. Naquele momento me senti na responsabilidade de retribuir o mais rápido possível, tanto que desativei um dos meus Dispositivos, para enviar a ele as minhas próprias Cápsulas. Mas esta era apenas uma das preocupações, outra era sobre a posição geográfica do Nelson. Tapurah ficaria exatamente onde começam as ‘montagens’ da Geoengenharia, onde as nuvens gigantes eram carregadas e encaminhadas para o sul e sudeste do Brasil (quando ocorriam as enchentes e deslizamentos), então eu me preocupava, se ele não usasse com bastante atenção às minhas dicas, ou se em vez de montar os Dispositivos tentasse abrir as Cápsulas, tirando a sua eficácia, a propaganda negativa dele seria muito perigosa na internet. Saber que funcionariam as Cápsulas e os Dispositivos, eu sabia, mas não poderia saber, ter certeza, do que o ser humano faria, e o pior, o que falaria aos outros depois. Eu precisava confiar no caráter, e ele havia demonstrado ter.
O trabalho precisava prosseguir, eu poderia depositar de volta a ele o dinheiro (que eu considerava muito pouco para o risco que o trabalho todo corria), ou enviar e ver o que aconteceria com esta nova experiência. Pois se ele seguisse as dicas funcionaria, como eu dizia a ele: - Nelson, com certeza no verão de 2014 poderemos já estar mostrando ao mundo o que podemos fazer, evitando enchentes catastróficas este ano em São Paulo Capital (alvo principal da Geoengenharia – onde rende notícias para o Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas na ONU); e fazendo a chuva voltar ao sertão nordestino.
Enfim, quando vimos os primeiros resultados, tanto eu quanto o Nelson Busatta ficamos perplexos, estava acima do esperado, e assim o ‘Efeito Tapurah’ levava o trabalho mais uns 10 passos à frente, pois a tese da interação dos Dispositivos com os Biomas havia se comprovado, a posição geográfica da cidade, entre dois Biomas (selva amazônica e Pantanal do Mato Grosso) potencializava a ação das Cápsulas, o que vem ajudando o sul e sudeste do Brasil a reequilibrar o clima original, anterior a urbanização, e eliminar bastante da Geoengenharia.
Não somos um grupo fechado e nem uma sociedade secreta, somos apenas cidadãos comuns, de diversas áreas e profissões distintas, pesquisando e estudando juntos uma forma definitiva de acabar com o projeto da Geoengenharia, antes que ele acabe com mais vidas e mais patrimônios. Não temos hierarquias e nem regras, no grupo de Operadores no Facebook se misturam pessoas que possuem Cápsulas (Dispositivos originais), com pessoas que ainda estão querendo entender melhor, e até pessoas que usam ‘aparelhos’ que foram inventados nos EUA e se espalharam pelo planeta nas últimas décadas. Não repreendemos ninguém, apenas lembramos que no mundo todo a Geoengenharia se instalou, mas aqui no Brasil, foi o primeiro país onde até a ONU errou as previsões catastróficas, enquanto nós anunciamos antecipadamente que choveria no sertão nordestino (tido como impossível para este ano – 2014) e houve seca no sudeste contrariando todas as previsões oficiais de chuvas torrenciais.
Portanto, é simples assim, eu compartilho o que estudamos, e quem quiser colaborar e participar mais ativamente, eu envio as Cápsulas. É o ‘Efeito Tapurah’.
Breve histórico em vídeos:
2010 – Teste com ventilador pequeno em Araraquara – SP
https://www.youtube.com/watch?v=ey9NFKj-p44&noredirect=1
https://www.youtube.com/watch?v=ey9NFKj-p44&noredirect=1
06 de junho 2013 - Envio das Cápsulas para Tapurah
https://www.youtube.com/watch?v=QcLXpR7O0G8
https://www.youtube.com/watch?v=QcLXpR7O0G8
31 de maio – antes da Estação X Tapurah - MT
https://www.youtube.com/watch?v=9VE36w6qtIs
https://www.youtube.com/watch?v=9VE36w6qtIs
22 de junho – 10 dias de Dispositivo funcionando em Tapurah
https://www.youtube.com/watch?v=lWvrKQw6xFY
https://www.youtube.com/watch?v=lWvrKQw6xFY

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