sábado, 17 de maio de 2014

Dr. Reich, inventor do Orgone, foi o primeiro a recomendar que apenas médicos, e especializados, deveriam mexer com Orgone, pois é perigoso.

Ronesier Corrêa compartilhou a foto de Estação X.
Olá amigos
Estou convidando a Sonia para o grrupo, e aproveitando que o Adilsonperguntou sobre orgonites para explicar apenas um pouco.
Sonia Araujo Bovi Bovi
roni vc tem orgonite para vender?
Sonia, você é a pessoa perfeita para a gente começar a esclarecer isso de comércio de orgonites, que eu esperava desde 2010, mas não poderia evitar. Até poderia, mas perderia tempo do trabalho sério para ficar discutindo com o pessoal que já estava empolgado em fazer disso um negócio. Eu realmente queria explicar, mas preferia que começasse com alguém que acompanha há bastante tempo o trabalho e merece, como você.
O Dr. Reich, inventor do Orgone, foi o primeiro a recomendar que apenas médicos, e especializados, deveriam mexer com Orgone, pois é perigoso.
Desde 2010, quando fiz os primeiros Prismas Biomagnéticos, aqui na cidade as pessoas chamavam de orgonites e eu insistia que não era, pois os princípios são diferentes. O que Reich chamava de orgone são ionizações, e hoje isto é mais fácil de ser explicado, e realmente ele teria razão em relação aos cuidados. O que as pessoas estão vendendo por aí com lojinhas virtuais, sem ter se aprofundado no assunto, na verdade tem um efeito inverso.
Se você coloca um "orgonite" desses perto de uma TV, ele vai absorver realmente os cátions (íons positivos - átomos carregados - maléficos à saúde), porém vão concentra-los ali, pois são objetos estáticos, inertes, não se renovam, não se movem, não se alteram, e deveriam ser como uma planta, que caem as folhas e brotam novas flores, ou como um animal de estimação, que caem pelos e nascem novos, ou uma pequena fonte de água, onde a água batendo em algum obstáculo promove a ionização negativa (descarrega os cátions e os transforma em ânions - átomos sem carga, benéficos à saúde).
Então acaba que o 'objeto' serve mesmo como decoração, pois em algumas horas no ambiente, ele já está carregado magneticamente como qualquer objeto da casa (um jarro, uma cadeira, um porta retratos, etc). A diferença é que as pessoas, para que as 'peças' fiquem bonitas, saem colocando o que quiserem de material, então os cátions ficam mais grudados nestes objetos do que nos demais (atraem magneticamente os íons positivos e os mantém), e isso não é recomendável, pois quando os tocamos estão impregnados, é como tocar no computador depois de um dia inteiro de uso, ou na televisão (quando a gente liga ou desliga que os pelos dos braços são atraídos para a tela, é esta troca de cargas).
Em 2012 eu escrevi num jornal histórico sobre isso, que as pessoas desde 2010 me procuram para fazer o que insistem em chamar de "Orgonites do Frederico de Marco', porque eu explicava a eles que o Dr. Frederico trabalhava (pesquisava) Raios Cósmicos, que caem o tempo todo na Terra, renovando a vida constantemente, e é isso que magnetiza o material que uso, e para conseguir passar estas órbitas atômicas nos materiais, eu aproveito a energia dos animais recuperados de maus tratos (amor incondicional), eles acabam tendo a mesma forma sistêmica original dos átomos - é quase como recriar um pequeno Bioma, uma micro floresta natural, antes da urbanização do homem.
Vou te convidar ao Grupo de Operadores (na verdade são poucos operadores no grupo, a maioria está acompanhando e aos poucos se tornando Operadores também. Para quem já tem Orgonites, (ou chembusters, que são ainda mais perigosos, nas mãos de quem não entende), no site vamos passar dicas do que fazer para conseguirem melhores resultados.
Quando você tiver os seus Prismas, será uma coisa diferente.
Se os orgonites e chembusters funcionassem tão bem quanto pensam as pessoas, os EUA, Europa, Ásia e Oceania teriam conseguido melhores resultados contra a Geoengenharia do Clima, o que não ocorreu e não ocorre. Mas aqui no Brasil a gente está mostrando desde 2010 que com o nosso trabalho (baseado em estudos de cientista brasileiro, tudo entre nós mesmos) estamos conseguindo derrotar a geoengenharia e documentar dia após dia o fracasso deles. O que dificultou foi que algumas pessoas que grudaram em mim no começo (para aprender estas coisas todas) se afastaram e montaram grupos fechados onde diziam e mostravam o nosso (meu) trabalho, resultados nos satélites, como se fosse dos 'objetos' deles (maucaratismo), e é esta energia inicial destas pessoas que vai nas "peças" bonitas que eles vendem.
Deixam aos compradores a impressão de ser algo novo, uma nova ciência, mas é a coisa mais antiga do mundo: A Ganância!
Bioenergização em 2010
Os pequenos dispositivos (expostos) são usados para ficar junto a comida dos animais, próximos às TVs, computadores, micro-ondas, caixas de força dentro e fora de casa, etc. desde 2010. Os 60 animais , entre 40 gatos, cães e pássaros ficam soltos e em harmonia (como se fossem aparelhos medidores de equilíbrio magnético). isso tudo sobre uma das regiões na América do Sul onde o Aquífero Guarani fica mais próximo ao solo, e funciona como um imenso HD dos biomas naturais da Terra, da bioenergia. Soma-se a isso dois, às vezes mais, dispositivos (ventiladores) com cápsulas potencializadas girando 24 horas por dia para compensar as urbanizações e aplicações de Geo-engenharia na atmosfera.
Na foto, nascia uma grande amizade (de 3 anos, até hoje), entre a resgatada (abandonada) pincher 'Lola' e a Calopsita (macho) 'Tisquinho'. (ver encontro na foto ao lado).
Bioenergização em 2010
Os pequenos dispositivos (expostos) são usados para ficar junto a comida dos animais, próximos às TVs, computadores, micro-ondas, caixas de força dentro e fora de casa, etc. desde 2010. Os 60 animais , entre 40 gatos, cães e pássaros ficam soltos e em harmonia (como se fossem aparelhos medidores de equilíbrio magnético). isso tudo sobre uma das regiões na América do Sul onde o Aquífero Guarani fica mais próximo ao solo, e funciona como um imenso HD dos biomas naturais da Terra, da bioenergia. Soma-se a isso dois, às vezes mais, dispositivos (ventiladores) com cápsulas potencializadas girando 24 horas por dia para compensar as urbanizações e aplicações de Geo-engenharia na atmosfera.
Na foto, nascia uma grande amizade (de 3 anos, até hoje), entre a resgatada (abandonada) pincher 'Lola' e a Calopsita (macho) 'Tisquinho'. (ver encontro na foto ao lado).

Em 2010 eu já montava os Prismas Biomagnéticos, mas como é até hoje, na época era complicado para as pessoas entenderem, então eu escolhi o trabalho mais conhecido e que mais se semelhasse com o trabalho do Dr. Frederico de Marco, para despertar nas pessoas o interesse por este grande cientista brasileiro, que deveria ser o nosso orgulho.
A intenção era ao menos as pessoas entenderem que De Marco havia conseguido alcançar as metas que vários outros cientistas como: Mésmer,Tesla, Reich, etc. buscavam de formas diferentes, linhas variadas de pesquisas, mas que não haviam conseguido concluir (Frederico De Marco também não, mas nós demos continuidade). Sendo assim, este trabalho é nosso, brasileiro, exclusivamente nacional.
Esta matéria é de 2012. Quando eu já considerava 'orgonites' coisa do passado, mas sabia que apareceriam lojinhas vendendo no futuro. Nosso trabalho é este, DOCUMENTAR TUDO DE FORMA OFICIAL E SÉRIA, seja na imprensa escrita, na internet ou em vídeos documentais. O site está em andamento (no ar, mas não aberto ainda a todos, para acertos técnicos). Lá, todos nos reuniremos de forma séria, como uma cooperativa, todos trabalhando em conjunto conforme as suas possibilidades pessoais. E faremos Prismas, Bastões (como o usado em Ipanema-RJ na dissolução do Tornado - Tromba D'Água - vídeo de 2010).
Abaixo, (para facilitar a leitura) o texto da matéria, e no final o link para a matéria online:
Orgonites em Araraquara
Roni Esier
Tudo começou quando, em 2010, os estudos do cientista araraquarense Dr. Frederico de Marco foram comparados aos estudos do cientista da Ucrânia Wilhem Reich, realizados nos Estados Unidos, ambos por volta dos anos 30. Alguns pesquisadores em Araraquara, apenas por mera curiosidade, decidiram montar diversos objetos levando em conta as conclusões científicas de ambos os trabalhos pesquisados, o que nunca havia sido feito antes. No meio acadêmico isso poderia ser chamado de convergência científica, mas na verdade a intenção era meramente ilustrar as pesquisas com peças esteticamente atraentes, para despertar nas pessoas o interesse também no conteúdo científico, já que no acervo do médico araraquarense havia poucas imagens (fotos) das suas invenções, e não tão estéticas.
Depois que as primeiras peças foram montadas, em diferentes formas e cores, elas foram se espalhando pela cidade e várias foram para o Rio de Janeiro. Algumas se encontram em posse de cientistas para análise informal, e outras já não se têm conhecimento do destino, pois foram repassadas de mão em mão. A maioria eram presentes entre amigos, mas outras foram vendidas para cobrir os custos de produção. Fábio Lopes (28), professor de Educação Física, ganhou um pequeno orgonite a dois anos da ex-namorada e diz que o tempo todo alguém pede para ele conseguir outro. “Eu já falei que agora tem até na internet vendendo, aqui mesmo no Brasil, mas ninguém quer saber, só querem os orgonites feitos em Araraquara, que foram os primeiros do Brasil, e o meu é um deles”, conta Fábio, comemorando e mostrando o que parece ser um daqueles pequenos recipientes transparentes, que viramos e aparentemente uma neve cai. Fábio explica que as pessoas preferem os ‘dispositivos de bioenergia’ daqui porque são mais eficazes do que os outros, por terem incluídos os estudos do cientista local, Dr. Frederico. “Eu só sei que tem a ver com campo magnético e que a gente se sente melhor quando o deixa perto do celular para reduzir as micro-ondas que nos fazem mal”, explica Fábio, completando que precisa estar sempre com o celular por perto, e antes, isso o deixava com dores de cabeça e mal estar.
Sandra Bragagnolo, da República dos Gatos, grupo de proteção aos animais em Araraquara, conta que em 2010 leu sobre os orgonites serem benéficos para os animais. Como na época não encontrou em nenhuma loja em Araraquara, nem em sites no Brasil, produziu uma série para espalhar pela casa. Hoje minhas amigas veterinárias que me visitam se surpreendem em ver gatos, cães e calopsitas circulando pelo chão, convivendo soltos e em perfeita harmonia. “A melhor explicação seriam os ’dispositivos’ espalhados pela casa toda”, argumenta Sandra em tom de brincadeira, mas ressaltando outra observação: “Minha prioridade são as indicações dos veterinários, mas até a minha sogra no Rio de janeiro, que não poderia estar influenciada psicologicamente, me contou que ficou impressionada com a recuperação da cadelinha poodle dela, muito idosa, que estava condenada pelo veterinário, mas que voltou sozinha a se alimentar e passou a ficar grudada com os dispositivos que enviei para ela de presente, no natal de 2011”. Na internet hoje já é possível encontrar peças que variam entre R$50 reais e R$350 reais em sites especializados. Na Europa e Estados Unidos os Orgonites estão na moda desde os anos 70. Os idealizadores em Araraquara pensam em voltar a produzir e distribuir os dispositivos apenas como obras de arte, porém com todas as informações sobre as energias estudadas há séculos.
Foto> Rosa Soares
Legenda> Nina junto aos dispositivos (orgonites). A Poodle, doente terminal, que não comia há semanas, estava condenada a no máximo um mês de vida. Voltou a se alimentar e viveu mais 10 meses com qualidade de vida.
Legenda> Orgonite em forma de pirâmide, na internet por R$350 reais.
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