Sheila Machado
Buenas voltei!!! É negada no curso superior da Estação X a gente desenvolve a arte de observar.
Sobre as imagens de satélite: são infra-vermelhas, a composição RGB é criada em terra, eles recebem as imagens como esta que vou postar, a montagem dos canais de cores é feito através da profundidade de bits. As cores indicam as temperaturas negativas então indica também a altitude dela e pela coloração você monta a altura. Dessa forma eles tem até um software que faz a nuvem em 3d, embora isso não chegue a nós. O que estão vendo são as nuvens compondo o ciclo das águas, não a quantidade de geoengenharia que foi aplicada. Embora a própria meteorologia ao observar o clima modifica a física e química das nuvens de forma que os satélites “enxerguem” melhor. A geo entra com os metais que aumentam a reflexibilidade e os centros de estudos com as antenas, como o próprioEmerson Almeida reuniu inclusive a localização das antenas do INPE. Mas estas imagens de satélites estão longe de ser nossa única ferramenta de análise sobre o que está ocorrendo. E eu conforme vou descobrindo vou analisando com todas, como o caso da incidência de raios, não houve diminuição do coagulo vermelho por um tempo, mas a incidência de raios foi nítida sua diminuição aqui, como todas as outras vezes que observei. E como o Jetta Sousa comentou normalmente isso são alguns períodos e depois acabamos como sempre constatando até no satélite nossos resultados incríveis, ainda mais se tratando de um investimento tão irrisório, não acham? Outro detalhe que só com o tempo e observação é que verão, as vezes, até acontece de ter este coagulo e no entanto nem sequer está chovendo.
Acho que o César Vera Cruz fez um trabalho incrível quando gravou os vídeos de antes e depois dos dispositivos, ali conseguimos ver realmente a diferença... pena que tirou do ar os vídeos. Afinal apesar dos operadores verem com os próprios olhos os resultados a maioria não fez este antes e depois além do Roni.
Sobre a dissolução de outros locais onde não há estação x. O ar é ionizado naturalmente de maneira contínua. Os íons negativos(anions) se formam sob a influência de causas naturais: a radioatividade natural do solo, a fotossíntese das plantas, os raios cósmicos e ultravioletas do sol, as tempestades e os raios, a chama de uma vela ou de uma lareira, o impacto da água em movimento (chuva, chuveiro, mar, fonte), o atrito do ar nas plantas pontudas. Se temos a sensação de respirar melhor ao pé de uma cachoeira, depois de uma tempestade, na montanha, ‘a beira-mar, na floresta, no sol, isso ocorre pela riqueza do ar em íons negativos. Por outro lado, certos fatores naturais favorecem uma diminuição de íons negativos e um excesso de íons positivos(cations), tais como o ar antes de uma tempestade e da chegada de ventos quentes e secos, o nevoeiro, etc.
É nesse nível que atuamos. Por isso o Ronesier Corrêa insiste em dizer que nós não produzimos ou reduzimos chuvas, que estamos apenas fazendo é reativar o campo magnético perdido do bioma local, pela urbanização, poluições químicas e eletromagnéticas.
Sugiro a leitura, porque é importante compreender como todas estas coisas acontecem, como a geo atua e como nós nos defendemos.
http://www.newtoncbraga.com.br/.../415-ionizacao-ambiente...
http://www.infoescola.com/quimica/cations-e-anions/
Sobre SC: Estamos na época de chuvas, não se esqueçam disso, portanto temporais vem, antes da geoengenharia também haviam enchentes aqui, tanto que qdo Dr Blumenau chegou aqui não entendeu porque os índios faziam suas ocas tão longe do rio , mas não demorou muito pra estes colonizadores entenderem o motivo. A minha região é bem interessante para análise, é um laboratório da geoengenharia, aqui eles testam como arrasar cidades. Pela geologia do local, quantidade de biomas naturais, fontes de água como os rios, bacias, lagos, represas, entrada das massas de ar do oeste, sul e leste e se juntam aqui pra subir(dirigível da geo). Na minha cidade é pelo histórico de enchentes, trombas d’água, granizo, isso aqui é literalmente uma panela de vapor pra geo cobrir transformar em panela de pressão, enfim temos várias ferramentas de monitoramento das chuvas, mais ferramentas pra mim ficar de olho nos resultados. Sem contar em muita matéria de jornal pra observar o antes e depois aqui. Assim como também fiz o levantamento da seca no oeste e compartilhei aqui no grupo. Tudo isso são ferramentas que devemos ficar atentos se quisermos aprender mais sobre tudo isso. E claro cada um analisando a sua região é a melhor forma de conhecer o que de fato está ocorrendo. A mídia por exemplo não informou nada sobre a explosão que se ouviu até em outra cidade e que relatei a vocês, isso não é algo normal de uma tempestade, nós que já estamos estudando a respeito, já temos ideia do que se trata. Estamos sendo bombardeados aqui meus queridos e isso é sério. Tive a oportunidade de ler e ver um doc sobre a bomba atômica de Hiroshima, passou no history, tremendamente elucidativo pra compreender como funciona essa guerra atmosférica.

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