O que os olhos não veem,
a consciência não entende,
e assim, o coração não sente.
Leia, assista, discorde, mas sinta!
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Dia 17/12/2014
Visto do espaço e do solo.
Visto do espaço e do solo.
Colaboração Operador
Emerson Almeida
Estação X - Toronto - Canadá
A bordo da Estação Espacial Internacional, o astronauta Terry Virts postou esta imagem e escreveu: "Um dos locais mais incríveis da Terra, o Delta do Rio Amazonas."
Emerson Almeida
Estação X - Toronto - Canadá
A bordo da Estação Espacial Internacional, o astronauta Terry Virts postou esta imagem e escreveu: "Um dos locais mais incríveis da Terra, o Delta do Rio Amazonas."
Estação X
Como podemos observar pela foto da Estação Espacial Internacional, nesta região a evaporação (dos leitos do rio e da transpiração das árvores) forma um 'Rio Aéreo' que vai seguir em direção ao Sul e Sudeste do Brasil. É fácil notar que as excessivas aplicações da Geoengenharia do Clima na região fazem com que as 'trilhas' de nuvens raiadas, aos poucos se cruzem (ver vídeo do dia 14/12 com demonstração - link no final do texto) e se unam formando imensas nuvens carregadas. Isto já ocorre naturalmente na Amazônia há milênios, entretanto a manipulação do homem pode conduzir estas nuvens através das correntes atmosféricas sem que elas se dissipem, acumulando cada vez mais por onde passam (outras Bacias hidrográficas).
Como podemos observar pela foto da Estação Espacial Internacional, nesta região a evaporação (dos leitos do rio e da transpiração das árvores) forma um 'Rio Aéreo' que vai seguir em direção ao Sul e Sudeste do Brasil. É fácil notar que as excessivas aplicações da Geoengenharia do Clima na região fazem com que as 'trilhas' de nuvens raiadas, aos poucos se cruzem (ver vídeo do dia 14/12 com demonstração - link no final do texto) e se unam formando imensas nuvens carregadas. Isto já ocorre naturalmente na Amazônia há milênios, entretanto a manipulação do homem pode conduzir estas nuvens através das correntes atmosféricas sem que elas se dissipem, acumulando cada vez mais por onde passam (outras Bacias hidrográficas).
Uma nuvem com excesso de partículas antrópicas (resultado de atividades humanas, como poluição e geoengenharia) não precipita (não chove). Podemos citar como exemplo uma folha que durante a madrugada recebe várias gotículas de orvalho (a folha seria na atmosfera um aerossol natural, um núcleo de condensação normal como a poeira de restos de cascas de árvores, ou de terra, etc). Em determinado momento, as gotículas de orvalho se aglomeram virando uma gota mais pesada e a folha se enverga escorrendo esta água, isso seria equivalente a uma chuva natural.
O excesso de partículas artificiais, como as da geoengenharia (cloreto de sódio, iodeto de prata, etc.) tornam estas 'folhinhas' mais fortes, mais resistentes, com capacidade para acumular 3 ou 4 vezes mais 'gotículas' do que numa nuvem natural. Desta forma, as imensas nuvens vão crescendo cada vez mais ao passarem por cima de bacias hidrográficas, e podem ser conduzidas através das correntes atmosféricas. A manutenção da geoengenharia neste processo tem gerado muitas 'Nuvens Rolo' que vem sendo filmadas e fotografadas em várias partes do mundo.
Portanto, quando estas gigantescas formações se aproximam de grandes áreas urbanas, metrópoles, como as capitais de São Paulo e Rio de Janeiro, outras aeronaves só precisam 'sobrecarregar' estes núcleos de condensação ('folhinhas') e, digamos que o núcleo de condensação esteja suportando 3 vezes mais do que o seu natural, basta 'semeá-los' com mais gotículas e a enxurrada despenca de uma única vez em forma de catástrofe climática. Muitas vezes a condensação é tão grande, que não dá tempo da água, que em altitude elevada e baixa temperatura congela, derreter antes de atingir o solo, chegando ao chão como bolas de gelo (granizos enormes).
E isso é contabilizado pelo IPCC, na ONU e na mídia, como 'Mudanças Climáticas' do 'Aquecimento Global', portanto, eles consideram tão sério estas grandes cidades serem destruídas por estes 'fenômenos naturais' causados pelo homem (não por eles, e sim por nós, cidadãos comuns que emitem gazes do efeito estufa), que afirmam que precisaremos em breve da 'Geoengenharia Oficial e em larga escala planetária'.
Estação X - Como funciona?
Na COP-16, reunião mundial em Copenhague sobre as mudanças climáticas, o físico Henrik Svensmark provou ao IPCC, através da Teoria da Cosmoclimatologia, que os raios cósmicos "têm mais efeito sobre o clima do que o sintético CO 2 ". Ele afirma que a diversidade da vida na Terra nos últimos 500 milhões anos pode ser explicado pela tectônica que afeta o nível do mar, juntamente com variações na taxa de supernova local, e praticamente nada mais. Isto sugere que o progresso da evolução é afetado pela variação do clima de acordo com o fluxo Galáctico dos raios cósmicos.
O diretor do DTU Espaço, Prof. Eigil Friis-Christensen, comentou: "Quando este inquérito sobre efeitos dos raios cósmicos de restos de supernova começou há 16 anos, nunca imaginei que iria nos levar tão a fundo em tempo, ou em tantos aspectos da história da Terra. A conexão com a evolução é um ponto culminante deste trabalho. "
O médico e cientista brasileiro (Araraquara-SP) Dr. Frederico de Marco foi convidado diversas vezes por grandes cientistas a viajar para participar dos estudos sobre os raios cósmicos na Europa desde os anos 30, inclusive no Mar Mediterrâneo onde os Raios Cósmicos foram melhor entendidos. A partir dos seus estudos, o cientista, que já havia patenteado a 'Chuva Artificial' (geoengenharia) em 1914 no Brasil e na Argentina, foi consagrado em 1940 pela Comunidade Científica Internacional como o primeiro cientista a provocar chuvas artificiais (oficialmente ele seria o 'pai da geoengenharia'). Alguns anos depois ele foi além, Frederico de Marco conseguiu iluminar uma imensa igreja e um aeroporto a 6 Km de distância sem usar fios de eletricidade, apenas usando a energia da baixa atmosfera, como sonhava Tesla e vários outros cientistas, e isso lhe rendeu uma indicação ao Prêmio Nobel de Física em 1960, mas infelizmente ele faleceu antes de poder concorrer.
Em 2010 entrevistamos várias pessoas (idosas) que contavam histórias sobre Frederico de Marco e seus hábitos, detalhes que não encontramos na pouca literatura sobre o grande cientista brasileiro. Graças a internet (wireless como já falava De Marco ainda nos anos 50) conseguimos cruzar as informações perdidas com estudos atuais e finalmente montamos as primeiras 'Cápsulas Cósmicas' (ou Pilhas Cósmicas, como sugeria Frederico de Marco). Em princípio, eram apenas objetos para se ter o que fotografar e filmar para um documentário. Entretanto, eram tantas teorias interessantes sobre os Raios Cósmicos, que decidimos experimentar, testar, e assim passamos os 3 primeiros anos, apenas nós mesmos (em Araraquara) a Operar e registrar (e publicar no Youtube) os resultados, até que se tivesse absoluta certeza da eficácia, inclusive comunicando à Ciência Acadêmica sobre o início das experiências e alertando (ainda em 2010) sobre tudo que estamos vivendo hoje, em 2014, inclusive as secas no Sudeste.
Somos um grupo de pesquisa e compartilhamento de informações, uma Organização da Sociedade Civil Sem Fins Lucrativos fundada (publicado no DOU - Diário Oficial da União) em 5 de julho de 1999 - sob o título de TV N'Ativa, uma TV na ativa para divulgar o que as outras TVs não divulgam. Nunca vendemos as 'Cápsulas Cósmicas' e nem temos como produzir em larga escala sem a participação da Ciência Acadêmica e do Poder Público. Contamos apenas com os nossos recursos próprios para que o trabalho não pare. Quem deseja contribuir, recebe as Cápsulas para experimentar por si mesmo os efeitos e compartilhar fotos, vídeos e análises pessoais.
O processo para a eficácia do material que vai nas Cápsulas está diretamente vinculado a Bioenergia, Biomagnetismo Animal e aos Raios Cósmicos, portanto, ainda seria necessário a Ciência ter a humildade de tentar compreender o que é supostamente imponderável, pois muitos dos registros da Estação X de 2010 até hoje, são divulgados antes mesmo da Ciência Acadêmica se pronunciar, como detalhes sobre a Matéria Escura e os Buracos Negros. Estes animais usados no trabalho, são resgatados de maus tratos e abandono dos seus ex donos, e servem até mesmo como medidores do que chamamos 'Energia UM' (Unidade Matriz, o que vem antes dos Raios Cósmicos, o que gerou o Big Bang).
Podemos pensar que a Estação X (onde se prepara o material) é como um 'Desacelerador de Partículas', uma usina de ionização, um Bioma recriado dentro de uma área urbana. É como se os animais fossem imãs, e o material das Cápsulas magnetizasse a polaridade zero, nem positivo e nem negativo, nem sul e nem norte, apenas o ponto de equilíbrio que centraliza o mesmo sistema que cria o Cosmos. Quando o material é capsulado, recriamos fisicamente o universo. Quando as Cápsulas giram, elas repetem os Discos de Acreção dos Quasares, Pulsares, etc. O núcleo entre o giro delas, onde não há nada (a não ser as peças do ventilador ou cooler) vira um Buraco Negro sugando os Cátions no ambiente e conforme se mantém ligado (girando) vai ampliando até alcançar a atmosfera e continua até o Cosmos. Ao acionar (ligar para girar o aparelho) ocorre, em pequena escala, exatamente como quando 'nasce uma estrela', portanto, quando um Operador da Estação X olha para o sol, sabe que de dia é o que mais se conecta com o seu Dispositivo, e à noite sabe que são as estrelas.
No momento, estamos com mais de 80 animais e um custo elevadíssimo. Se você não concorda com nada do que foi explicado, eu compreendo, no entanto a eficácia das Cápsulas é algo que não se pode discutir, afinal, são 5 anos de acertos enquanto a climatologia erra sempre (não por culpa deles, mas pelas excessivas manipulações da geoengenharia). Portanto, quem quiser contribuir ao menos com os animais, já que as informações são sempre de graça, enviaremos as Cápsulas. O valor da contribuição? Faça o mesmo que cada UM de nós fez, dê a sua melhor contribuição. Eu abri mão dos excelentes salários da TV Globo durante 5 anos além de ficar longe da família e de amigos (e do mar, sou carioca e cresci junto ao mar - um poderoso ionizador com a quebra das ondas, algo que só aprendi estando longe do mar).
Recentemente (dia 11 de setembro), tentamos colocar um projeto no Catarse, sistema de auto financiamento, porém o nosso trabalho é tão diferente (único) que os administradores não conseguiram entender o que são as Cápsulas e o que elas fazem (elas eram os brindes), pois não possuem o mesmo conhecimento dos Observadores (que acompanham a página da E.X no Facebook).
Então transcrevemos o projeto que seria com eles para o nosso próprio site, onde ficam dicas, e não regras, de como participar.
Ou nos sacrificamos um pouco hoje,
ou eles vão nos sacrificar muito um dia.
ou eles vão nos sacrificar muito um dia.
Dia 14/12 na Estação X
O que foi explicado acima, sendo mostrado numa piscina e no céu. Detalhe: a água da piscina serve de exemplo do Rio Aéreo que vem da Amazônia.
http://www.youtube.com/watch?v=VdKaRV2AaAA
O que foi explicado acima, sendo mostrado numa piscina e no céu. Detalhe: a água da piscina serve de exemplo do Rio Aéreo que vem da Amazônia.
http://www.youtube.com/watch?v=VdKaRV2AaAA
Dia 17/12 na Estação X
(quando cito Bacia Tiete, é de onde vem o que vemos na foto, a umidade da Amazônia recebendo reforço na Bacia do Tiete):
http://www.youtube.com/watch?v=SIBQ78JVXc0
(quando cito Bacia Tiete, é de onde vem o que vemos na foto, a umidade da Amazônia recebendo reforço na Bacia do Tiete):
http://www.youtube.com/watch?v=SIBQ78JVXc0
Dia 17/12 na Estação X
http://www.youtube.com/watch?v=FT97tP0mS74
http://www.youtube.com/watch?v=FT97tP0mS74
Agora assista ao vídeo de Araraquara no dia 18 de janeiro de 2011 e veja a diferença das dezenas de vídeos atuais que publicamos:
http://www.youtube.com/watch?v=8-_9-uGdD0s
http://www.youtube.com/watch?v=8-_9-uGdD0s

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