sexta-feira, 24 de abril de 2015

Grades de Bueiros e Pêndulo de Newton


Grades de Bueiros e Pêndulo de Newton
O universo inteiro está interligado por campos magnéticos, como se cada planeta, cada galáxia, cada nebulosa, fosse uma das bolas do Pêndulo de Newton, que parecem estar paradas, porém, estão conduzindo a energia que fará a última bola ser arremessada. No microcosmo ocorre exatamente a mesma coisa. Cada átomo recebe o pulso magnético do outro e assim sucessivamente. Quando ‘construímos’ algo, um objeto, um imóvel, uma peça de arte, etc., interrompemos este fluxo natural, alteramos as órbitas originais dos elétrons ionizando positivamente estes átomos que, para nos dar o resultado esperado, sofrem uma solidificação, uma permanência da coligação dos materiais utilizados como, por exemplo, numa parede.
Os Polos da Terra são como imensos bueiros energéticos do planeta, como um todo, um escoamento do excesso, como se fossem as extremidades da ‘bola do Pêndulo de Newton’ onde há o recebimento do impacto e na extremidade oposta há a reação. A energia percorre todo o planeta, assim como a ‘bola’ que, mesmo aparentemente parada, intacta, na verdade está carregada de energia ao ponto de ser capaz de arremessar a ‘bola’ seguinte para longe dela. Na década de 80, cientistas analisavam o porquê de parques com estacionamento de trailers de turistas serem comumente atingidos por tornados, que pareciam até fazer fila para passar por estes lugares. Uma das teses levantadas era o material usado nestes veículos (hoje em dia mais modernos). Os trailers eram montados com madeira e metais (alumínio, etc.). Ou seja, estes veículos lembravam a base de materiais usados no que se chama por aí de ‘chembusters’, e isso supostamente atraía mais os tornados.
Os Biomas são os pequenos ‘bueiros’ espalhados pelo planeta onde a troca, o equilíbrio, da energia ocorre, onde se perde a carga absorvida pela urbanização do restante das regiões. O permanente movimento da natureza, folhas que caem e secam; riachos, cachoeiras, biodiversidade, etc., proporcionam um campo magnético neutro, onde há a ionização natural da atmosfera. Quando alguém desmata uma região destas (Bioma) e constrói, por exemplo, uma fazenda, este imóvel acaba ficando como uma ‘grade’ do bueiro, ou seja, a sujeira escoa ao redor, mas ali ela se agarra, fica retida, e isso é o mesmo que ocorre com os objetos (e chembusters). Eles absorvem, mas não possuem capacidade de renovação, pois são estáticos, são artificiais.
A analogia entre o bueiro e os chembusters está ligada aos Dispositivos com as Cápsulas. Não são as Cápsulas que ionizam negativamente a atmosfera, é o ‘vazio’ entre elas, é como se as Cápsulas fossem as pequenas grades do bueiro que, por estarem em permanente movimento rotatório, não retém os cátions, são como o Disco de Acreção de um Buraco Negro, a última etapa antes de a matéria voltar a se tornar apenas energia (original – UM Unidade Matriz). Já os chembusters são como as grades dos bueiros que vemos normalmente nas ruas, que quando ocorre algum volume maior de chuvas, acabam entupindo por reterem em suas grosseiras grades as sujeiras trazidas com a água.
Podemos comparar também com uma represa, ela retém o fluxo original de um rio, suspendendo a ionização natural que ele proporcionava por onde passava (atrito permanente da água com as margens). Um chembuster, neste caso, seria um encanamento, uma tubulação, para se passar a água retida, um sistema estático recriando artificialmente o fluxo da água (que já não tem mais o atrito do rio com as suas margens), enquanto o Dispositivo com as Cápsulas em permanente rotação, seria comparado ao rompimento de parte da represa permitindo que parte do rio voltasse a percorrer o seu trajeto original, atritando com as margens e ionizando por onde percorresse.
Em 2012, o Domingos insistia em me perturbar para saber se estes trecos (chembusters, orgonites, etc.) realmente funcionavam ou não. Eu já sabia que ele estava de olho grande num novo mercado místico que estaria nascendo no Brasil, o comércio de chembusters e orgonites. Antes de eu explicar estas coisas que expliquei aqui, ele já se afastou para começar as suas vendas. Porém, o que ele não sabia é que estaria colocando as pessoas em riscos desnecessários. O que ele saiu espalhando era que cada um montando (ou comprando) estes objetos estariam ajudando o trabalho da Estação X, mas não explicava que estas pessoas estariam absorvendo a ‘sujeira’ enquanto supostamente estariam nos ajudando. Quando estes poderosos chembusters foram montados na América do Norte, Europa, Ásia e Oceania, com baldes e mais baldes de cristais e metais, é como se formassem ralos repletos de grades grosseiras que acumulam a sujeira, como numa enchente, quanto mais sujeira houver naquela região, mais o bueiro vai tragar estes resíduos até entupir, e é isto que os aviões e helicópteros fizeram nestes continentes, enviavam e enviam reforços e os resultados todos já conhecemos: catástrofes e mais catástrofes em todos estes continentes.
Quando a Bell Marduk, o Domingos Takeshita, e outros, começaram com a febre do chembuster e orgonites, eu já comecei a avisar que poderíamos sofrer com estiagens, não por que estas porcarias funcionassem como as pessoas pensam, mas por que a Geoengenharia quadriplicaria as aplicações e não haveria nenhuma reação de ionização negativa destas geringonças e, com certeza, o nosso trabalho todo atrasaria com este misticismo desvairado. Por isso sempre fiz questão de mostrar os aviões e helicópteros me cercando e o céu permanecendo limpo, e avisando antecipadamente os resultados, inclusive mostrando pelos satélites, enquanto nos demais continentes só pudemos observar algo similar depois que as novas Estações X foram instaladas.
Enfim, os chembusters são as grades dos bueiros, são as bolas do Pêndulo de Newton antes do primeiro embalo, estagnadas, antes da energia começar a sua dinâmica, antes de fluir. Eu tenho um material guardado sobre o filme ‘O Palhaço’, o make off do filme, onde o ator e diretor Selton Mello fala claramente que um dia alguém vai ter que explicar a ele o que ocorreu durante as filmagens quando, sobre o circo (lona) recebendo as crianças simples e pobres, tinha o céu se abrindo em círculo, rompendo as nuvens de tempestade, e que depois de desmontarem o circo, para filmar em outra locação, o céu fechava e a chuva caía, e na locação seguinte o fato se repetia. Se o circo não fosse ‘nômade’, não mudasse sempre de lugar, ele seria como a grade do bueiro, mas como foi num curto período, o biomagnetismo das crianças, o prazer da equipe em realizar o trabalho para elas, e os materiais do circo misturados sob esta lona (circular) proporcionaram esta limpeza passageira, onde se poderia ter um helicóptero ou avião circulando para verificar (como nos chembusters).
Por esses dias mesmo eu expliquei isto a alguém, provavelmente à Zulmira, que se uma represa abrir as suas compotas, vai causar os mesmos efeitos que os nossos Dispositivos, mas a Geoengenharia já sabe disso tudo até de antemão, e se souberem que isso ocorrerá, abertura de compota de uma represa, nesta região eles passam a enviar reforços. A diferença é que se este reforço for enviado a uma região de chembuster, o ‘aparelho místico’ não fará diferença, será como um bueiro entupido, sobrecarregado.
As Pirâmides são um bom exemplo desta forma errada de acúmulo de energia, e era isto que eu havia encontrado com o Dinarte e queria explicar, sobre os chembusters serem supostamente perseguidos e em tese isto comprovar a eficácia deles, mas com algum artigo ilustrando as minhas explicações. Quanto ao material que o Dinarte havia postado, aí está o link.
Observação: Este texto não é definitivo, só adiantei e tentei simplificar as explicações de imediato por causa do vídeo dos chembusters sendo perseguidos.

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Chembusters são acumuladores de cátions, eles não ionizam, não renovam a atmosfera e nem o ambiente.


  • Ronesier Corrêa Dinarte, eu queria ter feito um vídeo, ou uma publicação, nestes últimos anos explicando isso (deste vídeo) em detalhes, pois desde 2010 eu esperava este tipo de 'insurgência', mas foi exatamente com uma postagem sua que encontrei algo que não sairia apenas da minha cabeça, não seria apenas um argumento meu, e sim alguma explicação mais científica (a mesma que a minha, mas vindo de outras fontes). Existem vários vídeos ainda de 2010 (e antes mesmo) mostrando estes sobrevoos, e por isso eu fiquei atento quando começaram aqui em Araraquara. Chembusters são acumuladores de cátions, eles não ionizam, não renovam a atmosfera e nem o ambiente, eles apenas absorvem (capturam) os íons carregados (cátions) e temporariamente atenuam os rastros, mas no fundo eles absorvem o que tem de ruim. Equivalem a uma obra de arte que reúne materiais básicos da natureza, metais e orgânicos, e que como vários outros objetos alteram os campos magnéticos. Mas o Jetta talvez tenha sido um dos que mais se aprofundou no assunto depois que dei as dicas. Os mesmo que postaram vídeos em 2010, depois apareciam nos relatórios do James DeMeo reclamando de estiagens e de que tudo parecia ter piorado depois de terem colocado os chembusters em suas terras (a maioria eram, são ,fazendeiros e pessoas de áreas mais rurais (onde os Biomas ampliavam os efeitos, ou seja, mesmo os Biomas ajudando a melhorar, não conseguiam, não conseguem, atenuar quando se acumulam os íons positivos). Estas 'peças' são similares a um final de guerra, onde paredes e prédios são destruídos, desmantelados, e o campo magnético fica mais solto, gira melhor, entretanto em seguida sempre há uma reconstrução, e assim ocorre com os chembusters, eles absorvem, e em seguida acumulam, como se fosse a parede da nossa casa, ou um móvel, ou um objeto comum da casa que possua uma combinação de elementos metálicos e orgânicos, isto ocorre o tempo todo na sociedade moderna. O incrível seria comparar que nos EUA, Europa, Ásia e Oceania não mostraram em décadas de chembusters - que por lá são milhares e de grande porte - melhoras ou mudanças positivas em seus climas, ao contrário, cada vez mais eventos extremos. Aqui no Brasil ocorreu o que eu comentava, se saírem espalhando chembusters, corre-se o risco de repetir o que aconteceu em vários lugares dos EUA e Austrália, estiagens mais sérias. Aqui só tentei adiantar, mas isto merece, requer, mais atenção.
    1 h · Editado · Descurtir · 2

Explicando o porque dos urubus.

https://www.youtube.com/watch?v=ZArpBisOLMQ&feature=youtu.be
  • Ronesier Corrêa SHOW!! Explicando o porque dos urubus. O 'manto químico ' da geoengenharia propositalmente veda a luz do sol, evita que ela alcance a Terra. Nas Estações X ocorre um rompimento neste manto, e isso acaba por permitir que o sol e o seu calor incidam no solo, o que faz com que o ar quente suba em espirais, e isso ajuda os urubus a se manterem mais tempo e com mais altitude no céu. Estes espirais que sobem não são apenas 'ar quente' como um climatologista argumentaria (sobre os urubus), pois o 'vento' também é reconhecido como energia (eólica), ou seja, a Energia do Bioma se reequilibra e por isso não só urubus, mas vários pássaros e animais sentem-se atraídos pela região, é tudo pelo campo magnético, da mesma forma que o ar quente está subindo pela parte central, pelas laterais o ar frio de lá de cima está descendo, e ambos, em contínuio movimento, trazem mais harmonia à natureza