Grades de Bueiros e Pêndulo de Newton
O universo inteiro está interligado por campos magnéticos, como se cada planeta, cada galáxia, cada nebulosa, fosse uma das bolas do Pêndulo de Newton, que parecem estar paradas, porém, estão conduzindo a energia que fará a última bola ser arremessada. No microcosmo ocorre exatamente a mesma coisa. Cada átomo recebe o pulso magnético do outro e assim sucessivamente. Quando ‘construímos’ algo, um objeto, um imóvel, uma peça de arte, etc., interrompemos este fluxo natural, alteramos as órbitas originais dos elétrons ionizando positivamente estes átomos que, para nos dar o resultado esperado, sofrem uma solidificação, uma permanência da coligação dos materiais utilizados como, por exemplo, numa parede.
Os Polos da Terra são como imensos bueiros energéticos do planeta, como um todo, um escoamento do excesso, como se fossem as extremidades da ‘bola do Pêndulo de Newton’ onde há o recebimento do impacto e na extremidade oposta há a reação. A energia percorre todo o planeta, assim como a ‘bola’ que, mesmo aparentemente parada, intacta, na verdade está carregada de energia ao ponto de ser capaz de arremessar a ‘bola’ seguinte para longe dela. Na década de 80, cientistas analisavam o porquê de parques com estacionamento de trailers de turistas serem comumente atingidos por tornados, que pareciam até fazer fila para passar por estes lugares. Uma das teses levantadas era o material usado nestes veículos (hoje em dia mais modernos). Os trailers eram montados com madeira e metais (alumínio, etc.). Ou seja, estes veículos lembravam a base de materiais usados no que se chama por aí de ‘chembusters’, e isso supostamente atraía mais os tornados.
Os Biomas são os pequenos ‘bueiros’ espalhados pelo planeta onde a troca, o equilíbrio, da energia ocorre, onde se perde a carga absorvida pela urbanização do restante das regiões. O permanente movimento da natureza, folhas que caem e secam; riachos, cachoeiras, biodiversidade, etc., proporcionam um campo magnético neutro, onde há a ionização natural da atmosfera. Quando alguém desmata uma região destas (Bioma) e constrói, por exemplo, uma fazenda, este imóvel acaba ficando como uma ‘grade’ do bueiro, ou seja, a sujeira escoa ao redor, mas ali ela se agarra, fica retida, e isso é o mesmo que ocorre com os objetos (e chembusters). Eles absorvem, mas não possuem capacidade de renovação, pois são estáticos, são artificiais.
A analogia entre o bueiro e os chembusters está ligada aos Dispositivos com as Cápsulas. Não são as Cápsulas que ionizam negativamente a atmosfera, é o ‘vazio’ entre elas, é como se as Cápsulas fossem as pequenas grades do bueiro que, por estarem em permanente movimento rotatório, não retém os cátions, são como o Disco de Acreção de um Buraco Negro, a última etapa antes de a matéria voltar a se tornar apenas energia (original – UM Unidade Matriz). Já os chembusters são como as grades dos bueiros que vemos normalmente nas ruas, que quando ocorre algum volume maior de chuvas, acabam entupindo por reterem em suas grosseiras grades as sujeiras trazidas com a água.
Podemos comparar também com uma represa, ela retém o fluxo original de um rio, suspendendo a ionização natural que ele proporcionava por onde passava (atrito permanente da água com as margens). Um chembuster, neste caso, seria um encanamento, uma tubulação, para se passar a água retida, um sistema estático recriando artificialmente o fluxo da água (que já não tem mais o atrito do rio com as suas margens), enquanto o Dispositivo com as Cápsulas em permanente rotação, seria comparado ao rompimento de parte da represa permitindo que parte do rio voltasse a percorrer o seu trajeto original, atritando com as margens e ionizando por onde percorresse.
Em 2012, o Domingos insistia em me perturbar para saber se estes trecos (chembusters, orgonites, etc.) realmente funcionavam ou não. Eu já sabia que ele estava de olho grande num novo mercado místico que estaria nascendo no Brasil, o comércio de chembusters e orgonites. Antes de eu explicar estas coisas que expliquei aqui, ele já se afastou para começar as suas vendas. Porém, o que ele não sabia é que estaria colocando as pessoas em riscos desnecessários. O que ele saiu espalhando era que cada um montando (ou comprando) estes objetos estariam ajudando o trabalho da Estação X, mas não explicava que estas pessoas estariam absorvendo a ‘sujeira’ enquanto supostamente estariam nos ajudando. Quando estes poderosos chembusters foram montados na América do Norte, Europa, Ásia e Oceania, com baldes e mais baldes de cristais e metais, é como se formassem ralos repletos de grades grosseiras que acumulam a sujeira, como numa enchente, quanto mais sujeira houver naquela região, mais o bueiro vai tragar estes resíduos até entupir, e é isto que os aviões e helicópteros fizeram nestes continentes, enviavam e enviam reforços e os resultados todos já conhecemos: catástrofes e mais catástrofes em todos estes continentes.
Quando a Bell Marduk, o Domingos Takeshita, e outros, começaram com a febre do chembuster e orgonites, eu já comecei a avisar que poderíamos sofrer com estiagens, não por que estas porcarias funcionassem como as pessoas pensam, mas por que a Geoengenharia quadriplicaria as aplicações e não haveria nenhuma reação de ionização negativa destas geringonças e, com certeza, o nosso trabalho todo atrasaria com este misticismo desvairado. Por isso sempre fiz questão de mostrar os aviões e helicópteros me cercando e o céu permanecendo limpo, e avisando antecipadamente os resultados, inclusive mostrando pelos satélites, enquanto nos demais continentes só pudemos observar algo similar depois que as novas Estações X foram instaladas.
Enfim, os chembusters são as grades dos bueiros, são as bolas do Pêndulo de Newton antes do primeiro embalo, estagnadas, antes da energia começar a sua dinâmica, antes de fluir. Eu tenho um material guardado sobre o filme ‘O Palhaço’, o make off do filme, onde o ator e diretor Selton Mello fala claramente que um dia alguém vai ter que explicar a ele o que ocorreu durante as filmagens quando, sobre o circo (lona) recebendo as crianças simples e pobres, tinha o céu se abrindo em círculo, rompendo as nuvens de tempestade, e que depois de desmontarem o circo, para filmar em outra locação, o céu fechava e a chuva caía, e na locação seguinte o fato se repetia. Se o circo não fosse ‘nômade’, não mudasse sempre de lugar, ele seria como a grade do bueiro, mas como foi num curto período, o biomagnetismo das crianças, o prazer da equipe em realizar o trabalho para elas, e os materiais do circo misturados sob esta lona (circular) proporcionaram esta limpeza passageira, onde se poderia ter um helicóptero ou avião circulando para verificar (como nos chembusters).
Por esses dias mesmo eu expliquei isto a alguém, provavelmente à Zulmira, que se uma represa abrir as suas compotas, vai causar os mesmos efeitos que os nossos Dispositivos, mas a Geoengenharia já sabe disso tudo até de antemão, e se souberem que isso ocorrerá, abertura de compota de uma represa, nesta região eles passam a enviar reforços. A diferença é que se este reforço for enviado a uma região de chembuster, o ‘aparelho místico’ não fará diferença, será como um bueiro entupido, sobrecarregado.
As Pirâmides são um bom exemplo desta forma errada de acúmulo de energia, e era isto que eu havia encontrado com o Dinarte e queria explicar, sobre os chembusters serem supostamente perseguidos e em tese isto comprovar a eficácia deles, mas com algum artigo ilustrando as minhas explicações. Quanto ao material que o Dinarte havia postado, aí está o link.
Observação: Este texto não é definitivo, só adiantei e tentei simplificar as explicações de imediato por causa do vídeo dos chembusters sendo perseguidos.

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