sexta-feira, 20 de março de 2015

GEOS-5: Os aerossóis podem estar mudando os padrões climáticos

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GEOS-5: Os aerossóis podem estar mudando os padrões climáticos
Estudos têm mostrado a importância dos aerossóis, pois afetam diretamente a quantidade de radiação solar refletida de volta ao espaço, devido ao espalhamento causado por eles. Além dos efeitos diretos, os aerossóis afetam na microfísica das nuvens, modificando o regime de precipitação.
Pesquisadores da NASA descobriram, por exemplo, que a emissão de aerossóis fortalecem os ciclones extratropicais e originam intensas tempestades nos Estados Unidos. Em escala global, a assimilação de aerossóis estaria relacionada ao aumento nas temperaturas e à nova composição da atmosfera, que desencadeiam alterações importantes em vários sistemas da Terra.
Assim, os aerossóis estariam afetando o regime de chuvas, produzindo enchentes e secas mais graves e frequentes. Além disso, tenderiam a aumentar a frequência e a intensidade de ciclones tropicais e outros eventos meteorológicos extremos como as ondas de calor e de frio, poderiam provocar a extinção de grande número de espécies e desestruturar ecossistemas em larga escala, bem como gerariam sérios problemas para o suprimento de água e a produção de alimentos, por exemplo - benefícios que dependem da estabilidade do clima e da integridade de sua biodiversidade.
Nota: Um satélite chamado OCO-2 (Orbiting Carbon Observatory-2) é o instrumento da primeira missão da NASA com o objetivo de visualizar o CO2 globalmente. A expectativa é que este satélite e modelos atmosféricos como o GEOS-5 (usado para criar o vídeo de animação postado) trabalharão em conjunto para que haja um melhor intendimento das emissões de CO2. Com boas observações, é possível realizar melhores simulações da atmosfera. Dessa forma, melhores previsões do clima poderão ser elaboradas e os tomadores de decisão terão mais informações e mais ferramentas para mitigar os efeitos das mudanças climáticas. Fonte:http://meteoropole.com.br/
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sexta-feira, 13 de março de 2015

Videos Estação X.

quarta-feira, 11 de março de 2015

A radiação cósmica causa flutuações da temperatura global


A radiação cósmica causa flutuações da temperatura global, mas não causa a mudança climática.
9 de março de 2015 por Christopher Packham
(Phys.org) -Ao contrário da radiação eletromagnética, que consiste de partículas carregadas sem massa e aceleradas, os raios cósmicos galácticos (CR) são compostos principalmente de núcleos atômicos e elétrons solitários, objetos que possuem massa. Os raios cósmicos são originados através de uma ampla gama de processos e fontes, incluindo as supernovas, núcleos galácticos, e explosões de raios gama. Os pesquisadores têm especulado há décadas sobre os possíveis efeitos dos raios cósmicos galácticos nos arredores imediatos da atmosfera da Terra, mas até recentemente, tem sido difícil estabelecer uma relação causal entre o clima e os raios cósmicos.
A pesquisa colaborativa resultou na publicação de um artigo na revista Proceedings, da Academia Nacional de Ciências, que matematicamente estabeleceu uma relação causal entre tais CR e as mudanças de ano para ano na temperatura global, mas não encontrou nenhuma relação causal entre o CR e a tendência de aquecimento global do século 20.
Compreendendo radiação cósmica e clima global:
Em 1911, Charles Thomas Rees Wilson determinou que a radiação ionizante leva a nucleação de nuvens na atmosfera. O aumento da nebulosidade na troposfera superior reduz a radiação de onda longa e resulta em temperaturas mais quentes. O aumento da nebulosidade na troposfera inferior leva a radiação reduzida recebida, diminuindo assim as temperaturas globais.
Mas o fluxo de raios cósmicos que interagem com a atmosfera é afetado pelo vento solar e pelo próprio campo magnético da Terra. O vento solar, particularmente na região entre o choque de terminação do sol e da heliopausa, atua como uma barreira aos raios cósmicos e diminui o fluxo de radiação cósmica de baixa energia. O campo magnético da Terra desvia os raios cósmicos em direção aos pólos, o que produz as auroras observadas em determinadas latitudes. Portanto, os pesquisadores teorizaram que a medida em que os raios cósmicos afetam o clima da Terra depende dessa combinação de fatores.
Indo para os dados:
Para estudar os efeitos da radiação cósmica na temperatura global, os pesquisadores compararam dois conjuntos de dados e desenvolveram um método para examinar a sua conexão causal. Análises estatísticas passadas, enquanto sugeria uma correlação dos efeitos da CR e temperatura de fluxo, não foram capazes de estabelecer, na verdade, o nexo de causalidade. Os autores aplicaram um método analítico chamado de mapeamento convergente cruzado (CCM) , recentemente desenvolvido, que foi especificamente concebido para medir a causalidade em sistemas dinâmicos não-lineares.
Os conjuntos de dados analisados incluíram um proxy CR chamado de índice aa que caracteriza a atividade magnética resultante da interação do vento solar e o campo magnético da Terra. No conjunto, um vento solar mais forte e perturbações magnéticas mais fortes produzem um índice aa maior. Eles compararam com conjuntos de dados Met Office HadCRUT3 do Reino Unido referente a temperatura global no período pós-1900.
O CCM ajuda a distinguir causalidade de correlações espúrias nos sistemas de tempo de sistemas dinâmicos, detectar se duas variáveis pertencem ao mesmo sistema dinâmico. Se a variável X está influenciando variável Y, a causalidade é estabelecida, mas apenas se os estados de X pode ser recuperado a partir da série temporal de Y. "Simplesmente", escrevem os autores, "A medida em que o registro histórico CCM afeta a variável Y (ou seus representantes), gera estimativas confiávelmente dos estados da variável causal X (ou seus representantes).
Resultados cósmicos modestos:
O método pode identificar tanto a CCM causalidade bidireccional (em que X e Y são mutuamente acoplados) e causalidade unidireccional (em que X influencia Y, mas Y não tem influência sobre X). A análise produziu a causalidade unidirecional esperada entre a mudança da temperatura global ( GT ) e da radiação cósmica - a informação sobre a temperatura global não está presente na série histórica de radiação cósmica, mas o mapeamento de mudança da temperatura global com a sucessão da radiação cósmica, indicando que a informação CR era realmente recuperável a partir da análise de flutuações GT.
"Nossos resultados sugerem acoplamento de fraco a moderado entre CR e ano-a-ano nas mudanças de GT", escrevem eles. "No entanto, descobrimos que o efeito percebido é modesto na melhor das hipóteses, e só recuperável quando a tendência secular em GT é removida." Esta "tendência secular" é o aquecimento que se acredita ser causado por excesso de carbono na atmosfera, um efeito que os pesquisadores contabilizaram pela primeira diferencial. "Nós mostramos concretamente que CR não pode explicar o aquecimento secular, uma tendência que o consenso atribui a pressão antropogénica. No entanto, os resultados verificam a presença de um não-tradicional sistema climático forçando, um efeito que representa outra peça interessante do quebra-cabeça em nosso entendimento dos fatores que influenciam a variabilidade do clima ", escrevem eles.
Traduzido por: Emerson Almeida.

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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Fogo com Lupa.


Imagine um lindo dia de sol, céu azul e aquele calor.
Daí você vê um avião passando e deixando aquela pintura linda no céu, e você pensa, que bonito, tenho sorte em ver esse fenômeno raro acontecer na minha frente.
Minutos depois, o céu de azul passa a ficar meio leitoso, e o calor fica insuportável.
Então você raciocina, caracas bem que eu vi na televisão, esse aquecimento global é foda.
Então, agora imagina se você fosse um fósforo. 
É isso o que a geoengenharia climática está fazendo com você:
Crianças, não façam isso em casa... esse vídeo foi feito por profissionais! kkkk By Maiscarlos e Coquinho
YOUTU.BE
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Eu não chamaria de coincidência, eu classificaria como 'fato recorrente', em 2011 eu pedi para a Sandra ir me filmando enquanto eu repetia toda a experiência da geoengenharia e explicava, depois de colocar em um pequeno recipiente de vidro um palito de fósforo dentro, e este vidro (fechado), imerso em um pote de água. Depois, com a lupa, eu provocava uma explosão dentro do vidro (na água), atravessando a água. Era uma câmera antiga, e eu só queria explicar que poderiam estar despejando sulfatos de silício na atmosfera (representada pela água) para formar uma imensa película que serviria como lupa nos céus. Alguém em algum país (eu traduzi no eletrônico) havia publicado em seu blog, pouco visitado, que tinha seguido os aviões e encontrou no aeroporto, distante dos demais aviões, os da geoengenharia sendo carregados de sulfatos de silício, mas ele não sabia explicar para que serviria. Mas como ele havia se arriscado, decidiu compartilhar a informação, e foi absolutamente ignorado, até quase satirizado, pois as teorias de conspiração indicavam uma série de materiais que nada tinham a ver com o que ele falava, e o coitado nem tinha como argumentar contra. Mas eu fui pesquisar e me choquei com a simplicidade e baixo custo disso, e aí sim as coisas começaram a fazer sentido, do porque as aplicações aqui em Araraquara serem sempre prioritárias sobre a Bacia do Tiete. Eu tenho as fitas ainda, na época estava sem ilha de edição, mas a experiência pode ser repetida com muito mais detalhes, e este é o meu sonho.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

O que os olhos não veem


O que os olhos não veem,
a consciência não entende,
e assim, o coração não sente.
Leia, assista, discorde, mas sinta!
Dia 17/12/2014
Visto do espaço e do solo.
Colaboração Operador
Emerson Almeida 
Estação X - Toronto - Canadá
A bordo da Estação Espacial Internacional, o astronauta Terry Virts postou esta imagem e escreveu: "Um dos locais mais incríveis da Terra, o Delta do Rio Amazonas."
Estação X
Como podemos observar pela foto da Estação Espacial Internacional, nesta região a evaporação (dos leitos do rio e da transpiração das árvores) forma um 'Rio Aéreo' que vai seguir em direção ao Sul e Sudeste do Brasil. É fácil notar que as excessivas aplicações da Geoengenharia do Clima na região fazem com que as 'trilhas' de nuvens raiadas, aos poucos se cruzem (ver vídeo do dia 14/12 com demonstração - link no final do texto) e se unam formando imensas nuvens carregadas. Isto já ocorre naturalmente na Amazônia há milênios, entretanto a manipulação do homem pode conduzir estas nuvens através das correntes atmosféricas sem que elas se dissipem, acumulando cada vez mais por onde passam (outras Bacias hidrográficas).
Uma nuvem com excesso de partículas antrópicas (resultado de atividades humanas, como poluição e geoengenharia) não precipita (não chove). Podemos citar como exemplo uma folha que durante a madrugada recebe várias gotículas de orvalho (a folha seria na atmosfera um aerossol natural, um núcleo de condensação normal como a poeira de restos de cascas de árvores, ou de terra, etc). Em determinado momento, as gotículas de orvalho se aglomeram virando uma gota mais pesada e a folha se enverga escorrendo esta água, isso seria equivalente a uma chuva natural.
O excesso de partículas artificiais, como as da geoengenharia (cloreto de sódio, iodeto de prata, etc.) tornam estas 'folhinhas' mais fortes, mais resistentes, com capacidade para acumular 3 ou 4 vezes mais 'gotículas' do que numa nuvem natural. Desta forma, as imensas nuvens vão crescendo cada vez mais ao passarem por cima de bacias hidrográficas, e podem ser conduzidas através das correntes atmosféricas. A manutenção da geoengenharia neste processo tem gerado muitas 'Nuvens Rolo' que vem sendo filmadas e fotografadas em várias partes do mundo.
Portanto, quando estas gigantescas formações se aproximam de grandes áreas urbanas, metrópoles, como as capitais de São Paulo e Rio de Janeiro, outras aeronaves só precisam 'sobrecarregar' estes núcleos de condensação ('folhinhas') e, digamos que o núcleo de condensação esteja suportando 3 vezes mais do que o seu natural, basta 'semeá-los' com mais gotículas e a enxurrada despenca de uma única vez em forma de catástrofe climática. Muitas vezes a condensação é tão grande, que não dá tempo da água, que em altitude elevada e baixa temperatura congela, derreter antes de atingir o solo, chegando ao chão como bolas de gelo (granizos enormes).
E isso é contabilizado pelo IPCC, na ONU e na mídia, como 'Mudanças Climáticas' do 'Aquecimento Global', portanto, eles consideram tão sério estas grandes cidades serem destruídas por estes 'fenômenos naturais' causados pelo homem (não por eles, e sim por nós, cidadãos comuns que emitem gazes do efeito estufa), que afirmam que precisaremos em breve da 'Geoengenharia Oficial e em larga escala planetária'.
Estação X - Como funciona?
Na COP-16, reunião mundial em Copenhague sobre as mudanças climáticas, o físico Henrik Svensmark provou ao IPCC, através da Teoria da Cosmoclimatologia, que os raios cósmicos "têm mais efeito sobre o clima do que o sintético CO 2 ". Ele afirma que a diversidade da vida na Terra nos últimos 500 milhões anos pode ser explicado pela tectônica que afeta o nível do mar, juntamente com variações na taxa de supernova local, e praticamente nada mais. Isto sugere que o progresso da evolução é afetado pela variação do clima de acordo com o fluxo Galáctico dos raios cósmicos.
O diretor do DTU Espaço, Prof. Eigil Friis-Christensen, comentou: "Quando este inquérito sobre efeitos dos raios cósmicos de restos de supernova começou há 16 anos, nunca imaginei que iria nos levar tão a fundo em tempo, ou em tantos aspectos da história da Terra. A conexão com a evolução é um ponto culminante deste trabalho. "
O médico e cientista brasileiro (Araraquara-SP) Dr. Frederico de Marco foi convidado diversas vezes por grandes cientistas a viajar para participar dos estudos sobre os raios cósmicos na Europa desde os anos 30, inclusive no Mar Mediterrâneo onde os Raios Cósmicos foram melhor entendidos. A partir dos seus estudos, o cientista, que já havia patenteado a 'Chuva Artificial' (geoengenharia) em 1914 no Brasil e na Argentina, foi consagrado em 1940 pela Comunidade Científica Internacional como o primeiro cientista a provocar chuvas artificiais (oficialmente ele seria o 'pai da geoengenharia'). Alguns anos depois ele foi além, Frederico de Marco conseguiu iluminar uma imensa igreja e um aeroporto a 6 Km de distância sem usar fios de eletricidade, apenas usando a energia da baixa atmosfera, como sonhava Tesla e vários outros cientistas, e isso lhe rendeu uma indicação ao Prêmio Nobel de Física em 1960, mas infelizmente ele faleceu antes de poder concorrer.
Em 2010 entrevistamos várias pessoas (idosas) que contavam histórias sobre Frederico de Marco e seus hábitos, detalhes que não encontramos na pouca literatura sobre o grande cientista brasileiro. Graças a internet (wireless como já falava De Marco ainda nos anos 50) conseguimos cruzar as informações perdidas com estudos atuais e finalmente montamos as primeiras 'Cápsulas Cósmicas' (ou Pilhas Cósmicas, como sugeria Frederico de Marco). Em princípio, eram apenas objetos para se ter o que fotografar e filmar para um documentário. Entretanto, eram tantas teorias interessantes sobre os Raios Cósmicos, que decidimos experimentar, testar, e assim passamos os 3 primeiros anos, apenas nós mesmos (em Araraquara) a Operar e registrar (e publicar no Youtube) os resultados, até que se tivesse absoluta certeza da eficácia, inclusive comunicando à Ciência Acadêmica sobre o início das experiências e alertando (ainda em 2010) sobre tudo que estamos vivendo hoje, em 2014, inclusive as secas no Sudeste.
Somos um grupo de pesquisa e compartilhamento de informações, uma Organização da Sociedade Civil Sem Fins Lucrativos fundada (publicado no DOU - Diário Oficial da União) em 5 de julho de 1999 - sob o título de TV N'Ativa, uma TV na ativa para divulgar o que as outras TVs não divulgam. Nunca vendemos as 'Cápsulas Cósmicas' e nem temos como produzir em larga escala sem a participação da Ciência Acadêmica e do Poder Público. Contamos apenas com os nossos recursos próprios para que o trabalho não pare. Quem deseja contribuir, recebe as Cápsulas para experimentar por si mesmo os efeitos e compartilhar fotos, vídeos e análises pessoais.
O processo para a eficácia do material que vai nas Cápsulas está diretamente vinculado a Bioenergia, Biomagnetismo Animal e aos Raios Cósmicos, portanto, ainda seria necessário a Ciência ter a humildade de tentar compreender o que é supostamente imponderável, pois muitos dos registros da Estação X de 2010 até hoje, são divulgados antes mesmo da Ciência Acadêmica se pronunciar, como detalhes sobre a Matéria Escura e os Buracos Negros. Estes animais usados no trabalho, são resgatados de maus tratos e abandono dos seus ex donos, e servem até mesmo como medidores do que chamamos 'Energia UM' (Unidade Matriz, o que vem antes dos Raios Cósmicos, o que gerou o Big Bang).
Podemos pensar que a Estação X (onde se prepara o material) é como um 'Desacelerador de Partículas', uma usina de ionização, um Bioma recriado dentro de uma área urbana. É como se os animais fossem imãs, e o material das Cápsulas magnetizasse a polaridade zero, nem positivo e nem negativo, nem sul e nem norte, apenas o ponto de equilíbrio que centraliza o mesmo sistema que cria o Cosmos. Quando o material é capsulado, recriamos fisicamente o universo. Quando as Cápsulas giram, elas repetem os Discos de Acreção dos Quasares, Pulsares, etc. O núcleo entre o giro delas, onde não há nada (a não ser as peças do ventilador ou cooler) vira um Buraco Negro sugando os Cátions no ambiente e conforme se mantém ligado (girando) vai ampliando até alcançar a atmosfera e continua até o Cosmos. Ao acionar (ligar para girar o aparelho) ocorre, em pequena escala, exatamente como quando 'nasce uma estrela', portanto, quando um Operador da Estação X olha para o sol, sabe que de dia é o que mais se conecta com o seu Dispositivo, e à noite sabe que são as estrelas.
No momento, estamos com mais de 80 animais e um custo elevadíssimo. Se você não concorda com nada do que foi explicado, eu compreendo, no entanto a eficácia das Cápsulas é algo que não se pode discutir, afinal, são 5 anos de acertos enquanto a climatologia erra sempre (não por culpa deles, mas pelas excessivas manipulações da geoengenharia). Portanto, quem quiser contribuir ao menos com os animais, já que as informações são sempre de graça, enviaremos as Cápsulas. O valor da contribuição? Faça o mesmo que cada UM de nós fez, dê a sua melhor contribuição. Eu abri mão dos excelentes salários da TV Globo durante 5 anos além de ficar longe da família e de amigos (e do mar, sou carioca e cresci junto ao mar - um poderoso ionizador com a quebra das ondas, algo que só aprendi estando longe do mar).
Recentemente (dia 11 de setembro), tentamos colocar um projeto no Catarse, sistema de auto financiamento, porém o nosso trabalho é tão diferente (único) que os administradores não conseguiram entender o que são as Cápsulas e o que elas fazem (elas eram os brindes), pois não possuem o mesmo conhecimento dos Observadores (que acompanham a página da E.X no Facebook).
Então transcrevemos o projeto que seria com eles para o nosso próprio site, onde ficam dicas, e não regras, de como participar.
CoOperadores:
http://www.estacaox.org/…
(enviar e-mail em 'contato' no próprio site)
Ou nos sacrificamos um pouco hoje,
ou eles vão nos sacrificar muito um dia.
Dia 14/12 na Estação X
O que foi explicado acima, sendo mostrado numa piscina e no céu. Detalhe: a água da piscina serve de exemplo do Rio Aéreo que vem da Amazônia.
http://www.youtube.com/watch?v=VdKaRV2AaAA
Dia 17/12 na Estação X
(quando cito Bacia Tiete, é de onde vem o que vemos na foto, a umidade da Amazônia recebendo reforço na Bacia do Tiete):
http://www.youtube.com/watch?v=SIBQ78JVXc0
Agora assista ao vídeo de Araraquara no dia 18 de janeiro de 2011 e veja a diferença das dezenas de vídeos atuais que publicamos:
http://www.youtube.com/watch?v=8-_9-uGdD0s
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