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Arquivo X Histórico (a prova)
100 anos de Geoengenharia 1914 / 2014 - Frederico de Marco Sorria, Diário Oficial de São Paulo, você está sendo 'Documentado', agora você tem argumentos e documentos oficiais. Conspirador é aquele que nega documentos. Pág. 4. Suplemento - Poder Executivo. Diário Oficial do Estado de São Paulo (DOSP) de 29 de Junho de 1960 Requerimento n. 563, de 1960 Requeiro, nos termos regimentais; ouvido o plenário, a inserção em Ata dos nossos trabalhos e um voto de profundo pesar pelo falecimento do Dr. Frederico de Marco, ocorrido no dia 23 do corrente, em Santo André. Sala das s*s, 27 de junho de 1960. Ao Tenente Coronel Geraldo Martins. Justificativa: Faleceu dia 23 do corrente, no município de Santo André, onde residia há cerca de um ano, aos 70 anos, o professor Frederico de Marco. Ele dedicou a maior parte de sua existência a investigações dos mistérios da natureza tendo trabalhado com o professor Piccard, numa de suas experiências a três mil metros de profundidade no Mediterrâneo, e foi um estudioso da aplicação dos Raios Cósmicos, inventor do processo de Precipitação Artificial da Chuva e emérito cirurgião. Em 1914, estagiando em Buenos Aires, Frederico de Marco realizou a primeira precipitação de chuva artificial do mundo, em caráter experimental trabalhando com ar líquido, mais tarde, em 1940, fez experiências ao ar livre, estudando a eletricidade das gotículas, numa cascata da fazenda de Salto Grande, em sua terra, e assaltando as nuvens com teco-teco do Aeroclube de Araraquara. Também inventou um singular foguete que leva em seu bojo substâncias combinadas que, no instante da explosão, atua sobre o vapor aquoso. Mais do que impropriamente sobre as nuvens, possuía o professor De Marco duas patentes: uma fornecida pelo ministério do trabalho da Argentina e a outra pelo ministério do trabalho do Brasil. Visando perpetuar as expressivas vitórias obtidas pelas suas experiências, a municipalidade de Araraquara mandou erigir em frente à estação aeroviária local, um marco comemorativo da primeira experiência de chuva artificial feita no mundo, realizada pelo ilustre filho daquela terra. O professor De marco não era climatologista, dizia-se antes, um simples experimentador. Sem grandes recursos, apenas auxiliado por alguns moços, conseguiu levar a questão ao ponto de fazer concorrência aos grandes Laboratórios de nações poderosas, e não lhe faltaram apoio moral e elogios das mais ilustres academias de ciência e de homens eminentes. Mas o cientista preferia não dormir sobre os louros, e estudou a física das nuvens, a dinâmica dos confeitos térmicos e elétricos, as equações integrais que caracterizam a coalescência do vapor d’água e toda a série de fenômenos correlatos, a ponto de ser considerado, especialmente no estrangeiro, uma autoridade no assunto. Tais breves referências servem para traçar em rápidas linhas um aspecto da personalidade do grande morto, cuja memória reverenciamos com rotundo respeito e eterna gratidão. Link da Página Oficial: http:// |


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