Ronesier Corrêa A questão do Parque reforça o que explico sobre Biomas funcionarem como Dispositivos, eles dissipam as aplicações, por isso recebem mais pulverizações que outros lugares, assim como as Estações X e aqueles aviões circulando, é para identificar na região qual microbioma pode estar atrapalhando as formações de manto da Geoengenharia. E quanto a cidade de Orlando ser bastante turística, é outra questão estratégica que falo desde 2010. Além de militares, empresários, comunicadores, jornalistas, cientistas, etc, que são 'agraciados' (eles e suas famílias) com viagens gratuitas e estadias para estes lugares, para assistirem palestras sobre a importância e a necessidade da Geoengenharia, com os 'cicerones' os guiando pela cidade (guias especiais ligados à ciência) e mostrando as trilhas nos céus e algumas vezes mostrando as suas próprias casas cobertas pelos rastros (como se não fosse nada demais, que até bom), no final da temporada de visita ainda ganham 'ofertas de subornos' e trazem para o Brasil a ideia como positiva (lucrativa) e nada perigosa, já que viram os próprios proponentes convivendo diariamente com uma carga grande de aplicações. Além destas 'pessoas chave', o restante do grande número de turistas (maioria brasileiros em Orlando) também voltam para casa acreditando que o que viram nos céus lá é normal (moderno) e que quando começam a ver por aqui, no nosso céu, lhes parece que estamos evoluindo assim como o primeiro mundo, então se é anunciada a Geoengenharia como solução para Mudanças Climáticas, todos serão simpatizantes. Entretanto, o que ninguém pensa, é que aqui não se tem controle, fiscalização do que é pulverizado. Lá, eles jogam até água do mar para fazer volume, quantidade de trilhas, para impressionar mesmo sem gastar muito. Mas aqui, as coisas vão ficar bem feias se os governos concordarem com as aplicações supostamente coordenadas, supostamente fiscalizadas, vai dar merda...
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